Em situação de extrema pressão, o Santos enfrenta o já rebaixado Sport, nesta sexta-feira, na Vila Belmiro, em um jogo crucial para suas chances de escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. A partida, válida pela penúltima rodada, é vista como uma final para o Peixe, que precisa desesperadamente da vitória para seguir com chances de permanecer na elite do futebol nacional.
Com a Vila Belmiro lotada, após ingressos esgotados, a equipe santista aposta no apoio massivo da torcida para superar o adversário e somar os três pontos. Este será o terceiro jogo consecutivo em que o Santos contará com casa cheia, demonstrando a mobilização da torcida em um momento tão delicado para o clube. O técnico Juan Pablo Vojvoda espera que a atmosfera impulsione a equipe a uma atuação de gala.
O Santos ocupa atualmente a 17ª colocação, sendo o primeiro time na zona de rebaixamento, com 38 pontos. A vitória é imperativa para o Alvinegro Praiano, que além de vencer, precisa torcer por tropeços de seus concorrentes diretos, como Vitória e Internacional, para chegar à última rodada com chances reais de evitar a queda para a Série B. A calculadora já está na mão da comissão técnica e dos torcedores.
A escalação do Santos ainda é uma incógnita, especialmente em relação à presença de Neymar, que se recupera de dores no joelho. “Estamos avaliando o Neymar diariamente. A decisão final será tomada em conjunto com o departamento médico, priorizando a saúde do atleta”, declarou Vojvoda. Robinho Jr surge como opção para reforçar o ataque, buscando dar mais leveza e dinamismo ao setor ofensivo.
Do lado do Sport, o clima é de cumprimento de tabela, já que o rebaixamento foi confirmado. A equipe pernambucana, que vem de oito derrotas consecutivas, busca ao menos um empate para interromper a sequência negativa. O técnico interino Cesar Lucena, que em breve deve dar lugar a Thiago Carpini, ainda não definiu a escalação para o confronto na Vila Belmiro. A partida representa uma oportunidade para observar jogadores e projetar a próxima temporada.
Fonte: http://www.oliberal.com










