Confira as principais taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta sexta-feira na XP.

CDBs oferecem taxas de até 14,650% ao ano e títulos atrelados ao IPCA até +9,500%.
O mercado de renda fixa apresenta oportunidades atraentes nesta sexta-feira, com destaque para os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que oferecem taxas prefixadas de até 14,650% ao ano com vencimento em 12 meses. Além disso, os títulos atrelados à inflação estão proporcionando rentabilidades de até IPCA +9,500%, enquanto os pós-fixados podem chegar a CDI +0,300%.
Taxas de LCIs e LCAs nesta sexta-feira
Os investimentos em Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) contam com taxas prefixadas que podem atingir até 11,990% com vencimento em 12 meses. Para os títulos de inflação, a rentabilidade é de até IPCA +7,720%, enquanto os pós-fixados se situam em até 88% do CDI. Já as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) prefixadas remuneram até 11,670% para vencimentos de 12 meses, e as atreladas à inflação pagam até IPCA +6,490% em prazos de 24 meses, com pós-fixados chegando a 90% do CDI após 1 ano.
Influência do mercado externo nos juros
Na quinta-feira (4), o mercado de juros futuros teve variações modestas, refletindo a influência do cenário externo. O DI para janeiro de 2027 fechou em 13,98%, enquanto o contrato para janeiro de 2028 recuou para 13,325%. A expectativa em relação ao relatório de empregos dos Estados Unidos, a ser divulgado nesta sexta-feira, gera cautela entre os investidores. Os dados do mercado de trabalho indicaram a criação de 54 mil postos de trabalho em agosto, muito abaixo das expectativas, o que levou à queda dos rendimentos dos Treasuries, influenciando também a curva de juros no Brasil.
“Os números reforçaram a expectativa de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve.”
Leilão do Tesouro Nacional e seus efeitos
Internamente, o Tesouro Nacional realizou um leilão de 18 milhões de Letras do Tesouro Nacional (LTNs) e 2,5 milhões de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-Fs). Embora esse movimento tenha pressionado os contratos mais longos pela manhã, o efeito se dissipou ao longo do pregão, quando a curva de juros voltou a acompanhar o desempenho dos Treasuries. Sem eventos domésticos significativos e à espera do payroll, as expectativas para a política monetária brasileira permanecem praticamente inalteradas, com 99% de chance de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Copom.
O que acompanhar a partir de agora
Diante desse cenário, os investidores devem se atentar às próximas divulgações de dados econômicos nos Estados Unidos, que poderão influenciar ainda mais a política monetária global e, consequentemente, as taxas de juros no Brasil. A manutenção da Selic e a performance dos títulos de renda fixa, incluindo CDBs, LCIs e LCAs, devem ser acompanhadas de perto, já que os movimentos do mercado externo continuam a impactar a economia local.










