Entenda como a mudança impactará os trabalhadores

A nova proposta de reforma do Imposto de Renda aumenta a isenção do 13º salário para quem ganha até R$ 5.000, impactando diretamente milhões de trabalhadores.
Em 1º de janeiro de 2026, a nova reforma do Imposto de Renda (IR) irá elevar a isenção do 13º salário para quem ganha até R$ 5.000, impactando diretamente trabalhadores que recebem até R$ 7.350. A mudança foi aprovada pelo Congresso e se espera que alivie a carga tributária sobre milhões de brasileiros.
O que muda com a nova proposta
A reforma amplia a faixa de isenção mensal, que atualmente é de até R$ 2.428,80. O desconto do IR sobre o 13º salário será aplicado separadamente, resultando em um valor líquido maior para os trabalhadores a partir do próximo ano. Essa alteração será especialmente significativa para aqueles que dependem do 13º para cobrir despesas de início de ano, como IPTU e material escolar.
Detalhes do cálculo do IR sobre o 13º
Os trabalhadores com salários entre R$ 3.036,01 e R$ 5.000 não terão mais retenção do IR sobre o 13º. Para rendas de R$ 5.000,01 a R$ 7.350, será aplicada uma fórmula de desconto progressivo. Até o momento, a primeira parcela do 13º, que é paga até 20 de dezembro, não sofre desconto, enquanto a segunda parte é tributada.
Imposto mínimo para rendas altas
Para compensar a perda de arrecadação, a reforma introduz um imposto mínimo de 10% sobre rendas a partir de R$ 50.000 mensais, assegurando que contribuintes de alta renda paguem um valor justo de imposto. A nova faixa de isenção também é vista como uma correção histórica nas distorções da cobrança do IR, aliviando a pressão tributária sobre as classes mais baixas e médias.
Conclusão
Essas mudanças, que começarão a valer em 2026, são vistas como um passo importante para corrigir a regressividade do sistema tributário brasileiro, proporcionando um alívio significativo para aqueles que mais dependem do 13º salário.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br










