O presidente da Rússia, Vladimir Putin, manifestou nesta segunda-feira (22) a disposição de prorrogar o Novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, conhecido como Novo START, por um ano. Essa proposta está condicionada a uma ação semelhante por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O tratado atual, que limita o número de ogivas nucleares entre os dois países, deve expirar em 5 de fevereiro de 2026. No entanto, as tensões relacionadas à guerra na Ucrânia dificultam as negociações entre Washington e Moscou, apesar do interesse de Trump em firmar um novo acordo de controle de armas nucleares, que poderia incluir a China.

Vladimir Putin propôs prorrogar o tratado de controle de armas nucleares com os EUA por um ano. A proposta depende da aceitação do presidente Donald Trump.
Nesta segunda-feira (22), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que está pronto para prorrogar por um ano o Novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aceite a proposta. O tratado limita o número de armas nucleares de cada lado e deve expirar em 5 de fevereiro de 2026. As divergências sobre a guerra na Ucrânia, no entanto, dificultam o início das negociações sobre a renovação do acordo.
Proposta de prorrogação
Putin fez o anúncio durante uma reunião do Conselho de Segurança da Rússia, enfatizando que a medida visa a não proliferação global e pretende estimular o diálogo com Washington. “A Rússia está preparada para continuar aderindo aos limites numéricos centrais do Novo Tratado START por um ano após 5 de fevereiro de 2026”, afirmou. Ele ressaltou que a viabilidade dessa prorrogação depende de ações semelhantes por parte dos EUA.
Impacto nas relações Rússia-EUA
Diante das tensões atuais, o futuro do tratado e a possibilidade de novos acordos de controle de armas nucleares permanecem incertos. Embora Trump tenha demonstrado interesse em estabelecer um novo tratado, a falta de negociações efetivas até o momento representa um obstáculo significativo para a diplomacia entre as duas nações. A situação continua a ser monitorada por especialistas em segurança global, que alertam sobre as implicações potenciais de uma falha nas negociações.










