Nos bastidores da política, o PRTB articula uma estratégia audaciosa: convidar o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) para se filiar ao partido e disputar a Presidência em 2026. A iniciativa, liderada por uma ala da legenda, visa impulsionar o partido no cenário nacional e fortalecer sua base eleitoral, conforme aponta Leonardo Avalanche, ex-dirigente da sigla. Além de Eduardo, nomes como o empresário Pablo Marçal e o ex-governador Anthony Garotinho são cotados.
Contudo, a possível candidatura de Eduardo Bolsonaro esbarra em sua situação atual. O deputado encontra-se nos Estados Unidos, sem data definida para retornar ao Brasil. Especulações sobre um possível pedido de prisão preventiva após seu indiciamento pela Polícia Federal ganham força nos bastidores políticos.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Rejeito, prendendo figuras proeminentes em Belo Horizonte, gerando surpresa e repercussão na alta sociedade mineira. Entre os detidos, destaca-se o delegado federal Rodrigo de Melo Teixeira, que atuou nas investigações da facada contra Jair Bolsonaro. Outro nome de peso é o do ex-deputado João Alberto, cuja trajetória política se consolidou ao lado do ex-governador e ex-presidente Itamar Franco.
Em Brasília, o advogado Nelson Wilians, convocado para depor na CPMI do INSS, reafirma sua intenção de comparecer, mesmo diante do pedido de prisão que deve ser apresentado pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG). Em nota, Wilians declara não responder a “qualquer ação penal ou denúncia no Ministério Público que justifique a sua prisão”.
Outro tema em destaque é o mercado ilegal de bebidas no Brasil. Estudos da Associação Brasileira de Bebida Destilada apontam que os destilados são os mais afetados, enquanto fermentados como vinho e cerveja apresentam menor incidência de ilícitos. A problemática envolve alta carga tributária, fiscalização fragmentada e a atuação do crime organizado, somados ao crescimento dos canais de vendas informais.










