O PSD já se prepara para a saída do ministro Alexandre Silveira, caso se confirme a filiação do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, que deve ocorrer em 27 de outubro. Com essa mudança, Simões assumirá o governo em abril de 2026, após a renúncia de Romeu Zema, e buscará a reeleição pelo PSD. Essa migração pode impactar a candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo.

O PSD antecipa a saída de Alexandre Silveira com a possível filiação de Mateus Simões, atual vice-governador de Minas.
O PSD já conta com a saída do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, do partido, se for confirmada a filiação do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, ao partido. Atualmente no Novo, Simões deve concretizar a migração em 27 de outubro.
Mudanças políticas em Minas Gerais
Em abril do ano que vem, o atual vice assumirá o governo com a renúncia de Romeu Zema (Novo) para disputar a Presidência. Já estando no cargo, buscará a reeleição para o Executivo mineiro no PSD de Gilberto Kassab, uma legenda maior. O atual vice, no entanto, é um crítico ferrenho do presidente Lula, enquanto Silveira é aliado de primeira hora do presidente e busca um papel de coordenação em sua campanha presidencial.
Desconforto entre aliados de Lula
Outro aliado de Lula que ficará desconfortável no PSD mineiro é o senador Rodrigo Pacheco. No caso dele, no entanto, a aposta é que poderá permanecer no partido, especialmente se desistir da vida eleitoral e mirar uma vaga no STF num segundo governo Lula. Um efeito direto da entrada de Simões no partido é enterrar de vez a candidatura do próprio Pacheco ao governo. Ele vem demonstrando resistência em concorrer, apesar dos apelos de Lula. Com isso, o presidente precisará encontrar um novo palanque no segundo maior estado do país.










