Ação investiga fraudes no setor minerário

A Polícia Federal prendeu o diretor da ANM em uma operação contra corrupção no setor minerário, com bloqueio de R$ 1,5 bilhão em bens.
A Polícia Federal prendeu Caio Mario Seabra, diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), em uma investigação sobre um esquema de corrupção no setor minerário, conhecido como operação Rejeito. A ação, que ocorreu em Minas Gerais, investiga fraudes em licenças ambientais e pagamentos de propinas a agentes públicos. O bloqueio judicial de R$ 1,5 bilhão em bens dos envolvidos foi determinado pela Justiça Federal.
Detalhes da operação
A operação deflagrada nesta quarta-feira (17.set.2025) envolve a Controladoria Geral da União, o Ministério Público Federal e a Receita Federal. Mais de 22 mandados de prisão temporária e 79 de busca e apreensão foram cumpridos. As investigações começaram em 2020, e apontam que o grupo pagou mais de R$ 3 milhões em propinas a servidores de órgãos como a ANM, o Iphan e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente.
Consequências legais
Os investigados podem enfrentar acusações de crimes ambientais, corrupção ativa e passiva, e organização criminosa. A Justiça também afastou quatro servidores públicos, entre eles Seabra, que assumiu a direção da ANM em dezembro de 2023 e deveria permanecer no cargo até 2026.
Reação da ANM
Em nota, a ANM informou que tomou conhecimento da operação pela imprensa e não recebeu comunicação oficial sobre os servidores envolvidos. A agência reafirmou seu compromisso com a legalidade e a transparência, colaborando com as autoridades sempre que necessário.
Notícia feita com informações do portal: www.poder360.com.br










