A operação para capturar o cúmplice ocorreu após investigações detalhadas sobre o caso

Um homem foi preso em Apucarana como segundo suspeito em uma tentativa de homicídio ocorrida na Vila Reis.
Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil de Apucarana cumpriu um mandado de prisão temporária contra o segundo suspeito de envolvimento na tentativa de homicídio ocorrida em 26 de outubro na Vila Reis. A vítima, que foi brutalmente atacada com golpes de faca e espancada por dois homens, passou por múltiplas cirurgias no Hospital da Providência e, felizmente, já não corre mais risco de morte.
O delegado Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, chefe da 17ª Subdivisão Policial, destacou que o homem preso atuou como cúmplice direto no ataque, impedindo qualquer chance de defesa por parte da vítima. Durante o ataque, ele desferiu socos e chutes enquanto seu comparsa aplicava as facadas. Este último já havia sido detido há cerca de três semanas.
Detenção do suspeito
Após o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou que o segundo suspeito havia deixado a Vila Reis e se escondido no Residencial Fariz Gebrim, na tentativa de evitar a prisão. No entanto, após diversas diligências, os investigadores conseguiram localizá-lo e detê-lo durante uma operação no bairro. O preso foi levado à delegacia e, após os procedimentos legais, encaminhado à cadeia pública.
O delegado ressaltou que novos atos de investigação ainda estão por vir, incluindo reconhecimento pessoal e oitivas complementares. Essas etapas são necessárias antes da conclusão do inquérito e do pedido de conversão da prisão temporária em preventiva.
Consequências legais
Apesar da gravidade das agressões, a vítima já não corre mais risco de vida. Para o delegado, a intenção homicida dos suspeitos é evidente. Ele afirmou que quem desfere múltiplos golpes de faca responde por homicídio, enquanto aqueles que participam agredindo e auxiliando também devem responder pelo crime. Assim, ambos os envolvidos já estão presos e enfrentarão as consequências legais de seus atos.
A Polícia Civil continua a trabalhar para finalizar o inquérito e encaminhar o caso ao Poder Judiciário, assegurando que a justiça seja feita e que os responsáveis respondam por seus crimes.
Fonte: tnonline.uol.com.br
Fonte: Agência










