O ano de 2025 representou um duro golpe para o Paysandu, culminando no rebaixamento para a Série C. A queda expôs fragilidades que transcendem o campo, refletindo na insatisfação da torcida e na crescente pressão sobre a gestão. Diante deste cenário desafiador, o clube paraense já projeta um futuro de reestruturação, visando equilibrar as finanças, reformular o elenco e resgatar a imagem institucional.
Apesar das turbulências, o departamento de futebol já conta com um núcleo de jogadores sob contrato, o que oferece um ponto de partida para a montagem do elenco de 2026. Nomes como Edílson, Marlon e Matheus Nogueira, com vínculos de longo prazo, representam a espinha dorsal da equipe. A eles, somam-se jovens promessas da base, buscando integrar experiência e renovação.
“A relação mescla nomes de experiência e jovens talentos – uma combinação que historicamente deu bons resultados no futebol”, destaca a matéria original. Essa mescla, embora promissora, esbarra na necessidade de investimentos mais consistentes na formação de atletas, um desafio comum aos clubes da região Norte.
A análise setorial aponta para um gol bem guarnecido com Matheus Nogueira, mas revela carências gritantes na defesa e laterais. O meio-campo, embora numeroso, carece de criatividade e poder de ligação com o ataque. Já o setor ofensivo, com exceção de Marlon, deve passar por uma reformulação quase completa.
Paralelamente à reestruturação do elenco, o clube enfrenta uma crise política, com forte pressão da torcida por mudanças na gestão. O presidente Roger Aguilera é alvo de críticas e a Fiel exige maior transparência nas decisões, além da implementação do voto do sócio-torcedor nas eleições. A diretoria precisará reduzir custos e apostar em jovens da base, buscando um recomeço com um projeto sólido e coerente, em busca do acesso à Série B.
Fonte: http://www.oliberal.com










