Ouvidoria do estado reforça proteção às mulheres nas universidades do Paraná

Universidades estaduais implementam canais e ações para prevenir assédio e discriminação com apoio da Ouvidoria-Geral do Estado

Ouvidoria do estado reforça proteção às mulheres nas universidades do Paraná
Universidades do Paraná intensificam medidas contra o assédio e a discriminação Foto:

Universidades paranaenses fortalecem a proteção às mulheres com ações da Ouvidoria-Geral do Estado para prevenir e enfrentar o assédio.

Confira a programação completa dos canais de denúncia nas universidades estaduais do Paraná

UEL: Canal de escuta e acolhimento, canal de denúncia contra violência sexual e de gênero, e Ouvidoria Geral.
UEM: Formulário de notificação de assédio e site da Ouvidoria Geral.
UEPG: WhatsApp e site da Ouvidoria Geral.
Unioeste: Site da Ouvidoria Geral e Ouvidoria Hospitalar para casos no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP).
Unicentro: WhatsApp e site da Ouvidoria.
UENP: Site da Ouvidoria Geral.

  • Unespar: Site da Ouvidoria Geral.

A importância da proteção às mulheres nas universidades do Paraná em fevereiro de 2026

A proteção às mulheres nas universidades do Paraná ganha novo impulso com iniciativas reforçadas neste mês dedicado às mulheres. A Ouvidoria-Geral do Estado do Paraná, coordenada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), é o principal canal oficial para denúncias e acompanhamento de casos de assédio e discriminação. Essas ações têm como objetivo prevenir e enfrentar situações de violência contra mulheres e outros grupos vulneráveis no ambiente acadêmico.

Como a Ouvidoria-Geral do Estado assegura sigilo e proteção ao denunciante

A Ouvidoria-Geral do Estado do Paraná garante total proteção aos denunciantes desde o recebimento da denúncia. É permitida a apresentação de casos de forma anônima ou sigilosa, preservando a identidade dos envolvidos. Os agentes públicos responsáveis mantêm absoluto sigilo sobre as informações, sob pena de responsabilização administrativa, civil e penal, o que fortalece a confiança no sistema e estimula a participação da comunidade acadêmica.

Iniciativas específicas das universidades para prevenir assédio e discriminação

Cada universidade estadual implementa medidas específicas para ampliar a proteção às mulheres e ampliar o acolhimento às vítimas. A Universidade Estadual de Londrina (UEL) estabeleceu um ato que classifica denúncias de violência sexual e racial como urgentes, acelerando a resolução dos casos. A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) criou uma Ouvidoria de Gênero para ampliar o atendimento às vítimas. Outras universidades, como a Universidade Estadual de Maringá (UEM), promovem campanhas e oferecem apoio jurídico e psicológico, enquanto a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) capacita sua comunidade para melhor atender vítimas.

Impacto das ações da Ouvidoria e das universidades no ambiente acadêmico paranaense

Essas estratégias colaboram para criar um ambiente acadêmico mais seguro, inclusivo e respeitoso nas universidades do Paraná. O fortalecimento da Ouvidoria-Geral do Estado, aliado às iniciativas internas das instituições, permite que denúncias sejam tratadas com maior agilidade e seriedade. O acompanhamento das demandas e o retorno ao cidadão representam avanços importantes na luta contra o assédio, o racismo, o machismo e outras formas de discriminação no meio universitário.

Orientações para denúncia e canais de apoio disponíveis à comunidade universitária

As denúncias podem ser feitas online, por telefone no 0800 041 1113, presencialmente na Rua Mateus Leme, nº 2018, Centro Cívico, Curitiba, de segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 13h30 às 17h, ou por correspondência. Além dos canais gerais da Ouvidoria-Geral do Estado, cada universidade disponibiliza canais específicos para acolhimento e denúncia. Também existem canais nacionais, como a Polícia Militar (190) e a Central de Atendimento à Mulher (180), para apoio imediato. O acesso facilitado e múltiplo desses canais é fundamental para garantir o direito à denúncia e a proteção das vítimas.

Fonte: www.parana.pr.gov.br