Operação da polícia contra falsificação de bebidas em SP e PR

Ação resulta em prisões e apreensões de bebidas adulteradas

Operação da polícia contra falsificação de bebidas em SP e PR
Depósitos clandestinos em São Paulo, onde a Polícia Civil apreendeu milhares de garrafas usadas na falsificação. Foto: Poder 360

Nesta quinta-feira (6), a Polícia Civil de São Paulo prendeu 3 homens e cumpriu 16 mandados em uma operação contra a falsificação de bebidas.

Nesta quinta-feira (6 de novembro de 2025), a Polícia Civil de São Paulo realizou a 4ª fase de uma operação contra a falsificação de bebidas alcoólicas, resultando na prisão de 3 homens. A investigação começou em janeiro deste ano, antes dos recentes casos de intoxicação por metanol.

Ações da operação

Os agentes cumpriram 16 mandados de busca e apreensão em 7 cidades, incluindo a capital paulista e cidades como Americana, Marília, Taquaritinga, Sertãozinho e Matão, todas em São Paulo, além de Londrina, no Paraná. A operação foi denominada “Parece, mas não é”, após investigações revelarem um esquema criminoso que movimentava valores milionários na falsificação de bebidas. As prisões ocorreram durante o cumprimento das ordens judiciais, com detenções em depósitos clandestinos.

Apreensões e descobertas

Em Ermelino Matarazzo, os agentes encontraram milhares de garrafas destinadas à falsificação de destilados, como gim, uísque e vodca. Em outro local, na Vila Cruzeiro, foram apreendidos frascos e rótulos que não correspondiam aos produtos originais. Em Sertãozinho, a prisão de um bar foi realizada após constatação de que as bebidas apresentavam coloração e odor diferentes dos legítimos.

Impacto das intoxicações por metanol

Desde agosto, o Ministério da Saúde contabilizou 60 casos confirmados de intoxicação por metanol no país, com 15 mortes. São Paulo registrou a maioria dos casos, enquanto outros estados como Paraná, Pernambuco, Mato Grosso e Rio Grande do Sul também reportaram ocorrências. As autoridades alertam sobre os riscos do consumo de bebidas de origem duvidosa e continuam a investigação para identificar marcas e lotes específicos responsáveis pelas intoxicações.

Notícia feita com informações do portal: www.poder360.com.br