A natação brasileira inicia sua jornada no Mundial de Esportes Aquáticos em Kallang, Singapura, com uma delegação renovada e ambiciosa. Em um momento de transição geracional, o país busca quebrar um jejum de três anos sem medalhas nas piscinas da competição. A estreia acontece neste sábado (26), com a esperança de ver novos talentos brilharem e a experiência de alguns veteranos fazendo a diferença.
As últimas duas edições do Mundial não trouxeram medalhas para o Brasil na natação, com os pódios vindo apenas da Maratona Aquática, ambos conquistados por Ana Marcela Cunha. A última vez que o país subiu ao pódio nas piscinas foi em 2022, com Nicholas Santos e Guilherme Costa. Agora, a equipe busca reverter esse cenário com uma mescla de juventude e experiência.
Guilherme Costa, o “Cachorrão”, é um dos principais nomes da equipe e competirá nas provas de 200m, 400m e 800m livre. Aos 26 anos, ele chega credenciado pelo quinto lugar nos Jogos Olímpicos de Paris-2024 e com o décimo melhor tempo do ano nos 400m livre. “Estou me sentindo bem preparado e confiante para buscar um bom resultado aqui em Singapura”, declarou o atleta.
A renovação da equipe é marcada pela presença de jovens talentos, com a média de idade da delegação abaixo dos 24 anos. Apenas quatro dos 11 atletas têm mais de 25 anos, indicando uma aposta no futuro da natação brasileira. Nomes como Guilherme Caribé, Mafê Costa e Stephanie Balduccini lideram essa nova geração.
Guilherme Caribé, com apenas 22 anos, se destaca nas provas de velocidade, possuindo o terceiro e o quarto melhores tempos do mundo nos 100m e 50m livre, respectivamente. No feminino, Mafê Costa e Stephanie Balduccini também prometem agitar as piscinas. Guilherme Costa e Stephan Steverink serão os primeiros brasileiros a competir, disputando as eliminatórias dos 400m livre.
Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br










