Espaço destaca a biodiversidade e saberes locais em meio à Conferência do Clima da ONU

Belém inaugura o Museu das Amazônias às vésperas da COP 30, destacando saberes locais e a biodiversidade.
Às vésperas de receber a Conferência do Clima da ONU (COP 30), Belém inaugurou o Museu das Amazônias. Este espaço destaca a biodiversidade e os saberes de comunidades tradicionais e urbanas para enfrentar os desafios climáticos. A mostra interativa e envolvente permite que os visitantes aprendam de forma divertida sobre a floresta, reforçando que o futuro da humanidade depende de nossa conexão com a natureza.
A mostra Ajuri e suas instalações
A mostra ‘Ajuri’ reúne oito instalações de onze artistas, com o nome que significa ‘eu vim ajudar’ em tupi. A artista visual Roberta Carvalho destaca que a exposição promove um olhar mais generoso sobre a região. Os espaços do museu, que lembram ocas, são pintados com tintas feitas pela comunidade local, em parceria com o Instituto Mãos Caruanas.
Impactos das mudanças climáticas
O Museu das Amazônias é uma das obras relacionadas à COP 30, abordando os impactos das mudanças climáticas. Com a voz da atriz Dira Paes, o espaço convida o público a ouvir e respeitar a natureza. A exposição também conta com duzentas imagens do fotógrafo Sebastião Salgado, captadas ao longo de sete anos, que revelam a exuberância da floresta.
Reflexões sobre a identidade e a natureza
“Muito emocionante estar conhecendo um pouquinho também da minha história, porque eu tenho um pouco desse sangue correndo aqui em mim”, disse John Furtado, de 13 anos, refletindo sobre sua conexão com a Amazônia. O museu, portanto, não só informa, mas também provoca reflexões sobre a identidade e a importância da preservação ambiental.





