O isolamento político de Sergio Moro dentro da própria federação ficou explícito — e público. Em entrevista à rádio União FM de Toledo, o deputado federal Ricardo Barros não deixou margem para dúvida ao expor a falha central do senador: “Nesses oito meses, o senador Sergio Moro não buscou conquistar o apoio do Progressistas.” Moro sequer procurou o partido para uma aproximação, ignorando uma estrutura decisiva para validar qualquer candidatura.

Barros também desmontou o discurso que Moro tenta sustentar ao afirmar que “o União Progressista não é antissistema.” O recado foi direto: a federação é formada por lideranças que operam dentro da política real, com diálogo e articulação — não por narrativas de isolamento.
Nos bastidores, a avaliação é que Moro ainda age como se estivesse de toga. Um juiz pode dar uma decisão monocrática e todos são obrigados a cumprir. A política não funciona assim. Moro não é mais juiz — mas ainda não parece ter percebido.





