O segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais, vive um momento de grande expectativa pré-eleitoral. Sem um sucessor natural de centro-direita para Romeu Zema, o cenário político se mostra fragmentado e propenso a surpresas, conforme análise de Leandro Mazzini, Carol Purificação e Alexandre Braz.
A indefinição paira sobre os principais nomes: Alexandre Kalil busca o apoio de Lula, que por sua vez parece inclinado a Rodrigo Pacheco, este de olho em uma vaga no STF. Aécio Neves, em declínio, completa um quadro de incertezas que abre espaço para o crescimento de um nome inesperado: o do jovem senador e rapper Cleitinho Azevedo.
Fontes de diferentes partidos confirmam o surgimento de um movimento suprapartidário em torno de Cleitinho. “Pelo menos dois caciques de diferentes legendas confirmaram que, neste caso, embarcam na candidatura do rapaz”, revelam os autores da coluna, sinalizando um possível divisor de águas na política mineira.
Em outros temas, a articulação para Carlos Bolsonaro candidatar-se ao Senado por Santa Catarina gera insatisfação interna no PL. Além disso, questionamentos surgem sobre o financiamento da COP30, com recursos da Usina de Itaipu, enquanto a Mega da Virada promete prêmio recorde de até R$ 1 bilhão.
Na área de comunicação, o empresário João Camargo lançou em Brasília a nova Rádio TMC, com planos de expansão para o Rio de Janeiro. Já a Brasilcap reafirmou seu compromisso social com uma doação de R$ 2 milhões para a AACD durante o Teleton.










