Novo estudo alerta sobre riscos à saúde cardiovascular das mulheres

Estudo revela que a perda de estrogênio na menopausa aumenta o risco de hipertensão nas mulheres, tornando-as mais vulneráveis a doenças cardiovasculares.
Na nova diretriz brasileira de hipertensão, a pressão de 12×8 é reclassificada como pré-hipertensão, especialmente relevante para mulheres na menopausa, onde a queda do estrogênio, hormônio que protege o coração, está associada ao aumento da pressão arterial. A cardiologista Andrea Brandão alerta que muitas mulheres não reconhecem os sinais de problemas cardíacos, o que pode levar a consequências graves.
O que muda na definição de hipertensão?
A diretriz não apenas foca na saúde feminina, mas também redefine parâmetros gerais, indicando que a pressão de 12 por 8 não é mais considerada normal, e destaca a necessidade de mudanças no estilo de vida. Isso inclui a prática de atividades físicas, controle do peso, redução do consumo de sal e monitoramento regular da pressão arterial.
Tratamento e monitoramento
Para aqueles que estão na faixa de pré-hipertensão, a diretriz recomenda intervenções não medicamentosas, enquanto os hipertensos diagnosticados devem seguir um tratamento mais rigoroso, com a meta de manter a pressão abaixo de 13 por 8. A importância da medição regular da pressão arterial é enfatizada, especialmente para mulheres que usam anticoncepcionais ou que estiveram grávidas, devido ao risco de pré-eclâmpsia, uma condição que pode ser fatal.
Conclusão e perspectivas
A diretriz destaca que 32% da população adulta brasileira sofre de hipertensão, ressaltando a urgência de uma abordagem proativa para a saúde cardiovascular das mulheres. O controle da hipertensão é vital para a prevenção de doenças cardíacas e outras complicações, e a conscientização sobre a saúde do coração deve começar desde cedo.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com










