Na noite de terça-feira (6), um menino de dois anos, José Rafael dos Santos Sailvano de Souza, morreu após receber a medicação errada no pronto-socorro de um hospital particular em Andradina. A técnica de enfermagem responsável, de 31 anos, foi presa em flagrante e liberada após pagamento de fiança. A situação gerou uma investigação, e o caso foi registrado como homicídio culposo. O hospital lamentou a morte e afastou temporariamente a profissional envolvida.

Um menino de dois anos faleceu em Andradina após receber medicação errada. Uma técnica de enfermagem foi presa em flagrante pelo erro.
Na noite de terça-feira (6), um menino de dois anos, José Rafael dos Santos Sailvano de Souza, faleceu após receber medicação errada enquanto estava no pronto-socorro de um hospital particular em Andradina, a 630 km de São Paulo. Uma técnica em enfermagem, de 31 anos, foi presa em flagrante após confessar o erro. O caso foi registrado como homicídio culposo.
Circunstâncias do erro
José Rafael deu entrada no hospital por volta das 21h50, apresentando um quadro de bronquiolite. A pediatra prescreveu a administração de hidrocortisona de 100 mg, mas, após a aplicação, a equipe médica notou que ele começou a passar mal, com queda de saturação e vômito, evoluindo para uma parada cardiorrespiratória. A morte foi confirmada às 23h45, menos de duas horas após a chegada.
Investigação e responsabilização
Após a morte, os pais do menino acionaram a polícia, que investigou a situação. A técnica de enfermagem afirmou ter retirado a ampola de uma caixa rotulada como hidrocortisona, mas o medicamento administrado foi na verdade succinilcolina, um fármaco perigoso. A pediatra responsável destacou a falta de diligência da profissional ao pegar os medicamentos.
Consequências
Após o depoimento, a técnica foi presa em flagrante. Com o pagamento de fiança de R$ 4.560, ela foi liberada para responder ao caso em liberdade. O corpo de José Rafael foi enterrado no Cemitério Campo Santo São Sebastião em Andradina na tarde de quarta-feira (7). A Unimed de Andradina, dona do hospital, lamentou o ocorrido e afastou temporariamente a profissional envolvida para garantir a apuração do caso.
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