Ex-ajudante de ordens solicita mudanças em medidas cautelares

Mauro Cid solicita ao STF a devolução de passaportes e a retirada de tornozeleira eletrônica, alegando cumprimento excessivo da pena.
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a devolução de seus passaportes e a retirada da tornozeleira eletrônica. A defesa alega que o tempo em que Cid esteve sob medidas cautelares já é suficiente para extinguir a pena de 2 anos imposta pela Corte.
Argumentos da defesa
Os advogados de Cid afirmam que, considerando a pena de 2 anos de prisão em regime aberto, não há necessidade de cumprimento adicional. Eles destacam que o ex-braço direito de Bolsonaro esteve com restrição de liberdade por mais de 2 anos e 4 meses, entre prisão preventiva e medidas cautelares. Assim, a defesa sustenta que a pena já estaria extinta.
Detalhes do pedido
Além da devolução dos passaportes, a defesa pediu a revogação das cautelares e a restituição de itens apreendidos. Cid, que delatou Bolsonaro a Moraes, deixou claro que não deseja proteção da Polícia Federal, mas que poderá solicitar medidas de segurança caso ache necessário.
Planos futuros de Cid
Mauro Cid pretende se mudar para os Estados Unidos com sua família. Antes da sentença, ele já estava confiante de que, com uma pena baixa, seu plano de mudança continuaria em pé.
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