Sete reféns foram devolvidos após dois anos em cativeiro

Após dois anos de cativeiro, sete reféns foram libertados pelo Hamas, marcando uma nova fase nas negociações. A devolução ocorre em meio a um acordo de paz mediado por autoridades internacionais.
Na manhã de 13 de outubro de 2025, em Tel Aviv, sete reféns foram libertados pelo Hamas após dois anos de cativeiro. Esses reféns, sequestrados durante os ataques de 7 de outubro de 2023, já estão sob a proteção da Cruz Vermelha, conforme informado por fontes do governo de Israel. A devolução dos reféns ocorre em um contexto de acordo de paz que prevê a troca de prisioneiros e que também inclui a devolução de corpos de palestinos mortos.
Acordo de paz e expectativas
O acordo de paz, baseado em um plano de 20 pontos proposto pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prevê a libertação de quase 2.000 prisioneiros palestinos. Além dos sete reféns, metade dos 28 corpos de palestinos que morreram sob a custódia do Hamas deve ser devolvida nesta fase, enquanto o restante será entregue em etapas subsequentes. A expectativa de reencontro das famílias gera um clima de celebração em Israel.
Reunião das famílias
Os reféns serão levados à base militar de Re’im, onde suas famílias já os aguardam ansiosamente. Após uma avaliação médica inicial, os sobreviventes poderão se reunir com seus entes queridos. O evento de celebração em Tel Aviv reuniu milhares de pessoas, destacando a importância emocional do retorno dos reféns ao país.
Repercussões do retorno
A libertação dos reféns tem implicações significativas para as negociações de paz, mas também levanta questões sobre o papel dos EUA nas negociações e a continuidade do conflito. O gabinete de Netanyahu declarou que não participará de reuniões sobre o futuro político da região, enquanto o Hamas continua a sua postura desafiadora. As próximas etapas da trégua e o caminho para uma solução duradoura ainda permanecem incertos.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br










