Enquanto as atenções se voltam para as investigações em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro, o governo Lula enfrenta novas denúncias de corrupção. A Polícia Federal intensifica suas operações, e a CPMI do INSS avança na apuração de desvios bilionários que podem atingir figuras importantes ligadas ao PT e ao governo atual. A oposição questiona a aparente blindagem do presidente Lula diante dos escândalos.
As investigações da PF esbarram em figuras próximas ao presidente. O irmão de Lula, conhecido como “Frei Chico”, lidera uma associação que teria desviado R$ 300 milhões, mas curiosamente não foi alvo de mandados de busca e apreensão. Além disso, um dos filhos do presidente também está sob investigação, com sua ex-esposa sendo acusada de superfaturamento em contratos do MEC.
A política externa brasileira também tem sido alvo de críticas. Deputados se mostram insatisfeitos com a condução do Itamaraty e negligenciaram pedidos de reforço na segurança das embaixadas no exterior. A atenção às necessidades dos brasileiros que vivem fora do país também parece ter sido deixada de lado, com alocação limitada de recursos para ações consulares.
Em outras notícias, deputados federais foram impedidos de participar da Conferência das Partes da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (COP11) em Genebra. No Senado, a Comissão de Relações Exteriores debateu o aumento de casos de mães brasileiras que perderam a guarda dos filhos em países muçulmanos, as chamadas “mães de Sharia”.
Enquanto isso, lideranças do setor produtivo lançaram em Belém a Agenda Empresarial de Desenvolvimento Econômico Sustentável 2030, um pacto para a proteção do meio ambiente, produção sustentável e inclusão social. E deputados da Comissão de Segurança Pública visitaram El Salvador para conhecer a política de encarceramento do governo, que reduziu drasticamente a criminalidade no país.
Fonte: http://odia.ig.com.br










