Kim Kardashian, conhecida por sua trajetória no mundo do entretenimento e seus empreendimentos empresariais, revelou ter utilizado a inteligência artificial ChatGPT como ferramenta de apoio nos estudos para o exame de Direito. Surpreendentemente, a socialite culpou o chatbot pela sua reprovação, alegando ter recebido “conselhos jurídicos” inadequados da plataforma.
A declaração inusitada gerou burburinho nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a confiabilidade e o uso ético de ferramentas de inteligência artificial no campo do Direito. Afinal, até que ponto a IA pode substituir o raciocínio jurídico humano?
Segundo relatos, Kardashian teria expressado sua frustração com o desempenho do ChatGPT de forma bastante enfática. “Eu gritei com ele!”, teria dito a empresária, demonstrando o quão desapontada ficou com o resultado. A fala evidencia uma crescente dependência de ferramentas tecnológicas, mesmo em áreas que exigem expertise e discernimento.
Embora a experiência de Kim Kardashian possa soar peculiar, ela serve como um alerta sobre a importância de validar informações obtidas por meio de inteligência artificial. A empresária, que almeja seguir carreira jurídica, aprendeu da maneira mais difícil que a IA é uma ferramenta complementar, mas não substitui o estudo aprofundado e a orientação de profissionais qualificados.
Fonte: http://www.maisgoias.com.br










