Decisão da 13ª Vara Cível de Brasília

A juíza Vanessa Maria Trevisan rejeitou embargos de Leonardo Avalanche, mantendo sua destituição do PRTB. A decisão impacta a crise interna do partido.
No dia 7 de novembro de 2025, a juíza Vanessa Maria Trevisan, da 13ª Vara Cível de Brasília, negou os embargos de declaração apresentados por Leonardo Avalanche e manteve sua destituição da presidência do PRTB, que atualmente é ocupado pelo advogado Amauri Pinho.
Decisão judicial
Segundo a juíza, Avalanche buscava apenas o reexame da decisão anterior, o que não é permitido por meio de embargos de declaração. Esse recurso, conforme a magistrada, deve ser utilizado para esclarecer pontos obscuros ou corrigir erros materiais, e não para modificar decisões.
Crise interna do PRTB
A assessoria do PRTB informou que Avalanche enfrenta graves acusações, como litigância de má-fé e tentativa de fraude processual, o que acentuou a crise política e jurídica dentro da legenda. O PRTB, pelo qual Pablo Marçal concorreu à Prefeitura de São Paulo, enfrenta divisões internas desde o ano passado, conforme relatórios de dirigentes.
Acusações de fraude
Em reportagens anteriores, surgiram alegações de que Avalanche teria vendido candidaturas e fraudado filiações dentro do partido. Ele nega todas as acusações, afirmando que a convenção que o destituiu, ocorrida em julho de 2025, teve documentos falsificados. Essa situação continua a provocar tensões dentro do PRTB, que busca uma recuperação em meio a esses escândalos.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br










