Irã solicita ação unificada de países islâmicos contra Israel


Apelo de Larijani visa fortalecer respostas à agressão israelense

Irã solicita ação unificada de países islâmicos contra Israel
Ali Larijani durante declaração. Foto: Ali Larijani

O Irã pede que países islâmicos se unam contra Israel, criticando a falta de ações efetivas em cúpulas anteriores.

O Irã, através de seu secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, fez um apelo aos governos de países islâmicos para que adotem medidas práticas contra Israel. Larijani criticou a ineficácia das cúpulas da Organização para a Cooperação Islâmica (OIC), afirmando que estão “repletas de discursos e sem resultados”.

Críticas à OIC e proposta de ação

Larijani argumentou que as reuniões da OIC, que reúne 57 países islâmicos, acabam proporcionando à “entidade sionista uma nova licença de agressão”. Ele propôs a criação de um quartel‑general de operações conjuntas entre a OIC e a Liga Árabe para enfrentar o que chamou de “loucura do regime” de Israel. Essa decisão, segundo ele, poderia alterar a dinâmica atual e criar um novo cenário de respeito e paz na região.

Contexto do apelo

O apelo de Larijani ocorre após um ataque aéreo israelense em Doha, em 9 de setembro, que mirou um complexo residencial onde líderes do Hamas estavam reunidos. O ataque resultou na morte de pelo menos seis pessoas, incluindo cinco membros do Hamas e um oficial de segurança do Qatar. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, justificou a ação como uma estratégia para eliminar obstáculos à libertação de reféns israelenses e para encerrar a guerra.

Reação do Qatar e apoio aos palestinos

O governo do Qatar condenou o ataque como “terrorismo de Estado”, enfatizando uma violação à sua soberania. Além disso, Larijani criticou a falta de apoio contundente dos países islâmicos aos palestinos que enfrentam dificuldades na Faixa de Gaza, reforçando a urgência de uma resposta unificada e efetiva frente à situação.
O quadro atual exige uma mobilização significativa dos países islâmicos para proteger os direitos dos palestinos e enfrentar as ações de Israel.


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