O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) implementará a biometria como requisito obrigatório para a solicitação de novos benefícios a partir de 21 de novembro. A medida visa fortalecer a segurança e combater fraudes, modernizando o sistema de identificação e garantindo que os recursos cheguem a quem realmente tem direito.
A implementação da biometria será gradual, alcançando os demais beneficiários em etapas futuras. O INSS garante que não haverá bloqueios automáticos de benefícios já concedidos. “Quem já é aposentado, pensionista ou recebe algum auxílio não precisa tomar nenhuma medida imediata”, assegura o instituto.
Quando a atualização biométrica for necessária para beneficiários atuais, o INSS entrará em contato individualmente, com antecedência, para orientar sobre a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). O instituto garante que essa atualização não impactará o recebimento dos pagamentos.
Algumas categorias estão temporariamente ou permanentemente dispensadas da obrigatoriedade do cadastro biométrico. Entre elas estão pessoas com mais de 80 anos, indivíduos com dificuldades de locomoção por motivos de saúde comprovados, moradores de áreas de difícil acesso e migrantes em situação de refúgio.
O cronograma de implementação prevê que, a partir de 1º de maio de 2026, a CIN será indispensável para quem solicitar novos benefícios e não possuir biometria em outros documentos. A partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN se tornará o único documento aceito para todos os requerimentos e manutenções de benefícios no INSS.










