Líder do Governo destaca aprovação de todos os projetos do Executivo, consenso entre os Poderes e ações concretas na educação, segurança e direitos das mulheres
Com a aprovação da LDO de 2026 na última terça-feira (8), a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) encerrou os trabalhos do primeiro semestre. Para o deputado Hussein Bakri (PSD), líder do governo na Casa, o balanço é positivo: todos os projetos do Executivo foram aprovados e houve diálogo aberto com oposição, sindicatos e sociedade.

“Encerramos mais um semestre com algumas características que têm marcado a nossa atuação à frente da Liderança do Governo: 100% dos projetos do Executivo aprovados e muito diálogo, transparente e respeitoso, com os vários atores envolvidos, sobretudo com a oposição e os sindicatos do funcionalismo. Nosso papel é justamente esse, de construir pontes e alinhavar consensos para que, em última instância, os quase 12 milhões de paranaenses sejam beneficiados lá na ponta”, ressaltou Bakri.
O principal destaque, segundo ele, foi a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias com um texto inédito, construído em consenso com o Legislativo, Judiciário e Ministério Público. Pela primeira vez, o superávit e o excesso de arrecadação vão permanecer nos cofres do Executivo. Além disso, as sobras orçamentárias dos outros Poderes terão de ser devolvidas ao governo para serem investidas em políticas públicas.
Na área da educação, Bakri lembrou o reajuste de até 11,31% aprovado para 68 mil professores ativos e 40 mil inativos da rede estadual. O impacto anual da medida é de R$ 456 milhões. Já na segurança pública, a Assembleia aprovou a proposta que permite o retorno temporário de 1.900 policiais e bombeiros inativos para funções administrativas, liberando efetivo para as ruas.
O deputado também destacou os avanços em políticas voltadas às mulheres vítimas de violência doméstica. Foram aprovados três projetos: um de sua autoria que garante prioridade de atendimento no IML; outro do Tribunal de Justiça que cria uma Câmara Criminal especializada; e um do Governo que prevê auxílio financeiro de R$ 759 por mês, durante um ano, para mulheres em situação de vulnerabilidade.
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