Em uma manhã fria de novembro em Tashkent, Uzbequistão, o engenheiro agrônomo, escritor e viajante Luiz Thadeu Nunes e Silva, autor do livro “Das muletas fiz asas”, deparou-se com um gesto inesperado. Após deixar o hotel e enfrentar dificuldades para carregar seu celular no aeroporto, um desconhecido ofereceu-lhe uma nota da moeda local. O ato, interpretado como uma ajuda, tornou-se mais um capítulo em sua coleção de histórias sobre gentileza ao redor do mundo.
O incidente em Tashkent o fez recordar outras situações marcantes. Em Dublin, durante uma viagem com seu filho Frederico, um motorista de ônibus os presenteou com as passagens no Dia de São Patrício, pedindo em troca que fizessem uma doação a alguém necessitado. Essa experiência gerou outra história emocionante durante uma viagem de trem em Marrocos.
No Marrocos, ao se encontrarem com uma família de pastores, Luiz Thadeu sentiu o impulso de retribuir a bondade recebida. Mesmo advertido de que uma doação poderia ser vista como ofensa, ele discretamente ofereceu dinheiro ao patriarca, sendo ricamente recompensado com abraços e gratidão. “Pequenos gestos nunca são demais. O que vale é a intenção”, reflete o autor.
De volta a Tashkent, o gesto do desconhecido no aeroporto reforçou sua crença no poder da gentileza. Coincidentemente, era o Dia da Gentileza, um lembrete de que um ato de bondade, por menor que seja, pode fazer a diferença na vida de alguém. Segundo Luiz Thadeu, “Não custa nada ser gentil e generoso com alguém. A vida agradece.”
Luiz Thadeu convida a todos a cultivarem a gentileza em suas vidas, inspirando-se em suas experiências mundo afora. Para saber mais sobre suas aventuras e reflexões, siga-o no Instagram @luiz.thadeu, Facebook Luiz Thadeu Silva ou entre em contato pelo e-mail luiz.thadeu@uol.com.br.
Fonte: http://www.folhabv.com.br










