Em resposta a recentes alegações, a Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e o Banco Master emitiram comunicados para desmentir qualquer conexão entre o fundo Galo Forte FIP e fundos sob suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Trustee, responsável pela escrituração das cotas do fundo, enfatizou que o Galo Forte FIP é “regularmente constituído” e tem como único titular o empresário Daniel Vorcaro, agindo em nome pessoal. A empresa assegura que o fundo opera em total conformidade com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O Clube Atlético Mineiro (CAM) também se manifestou, reiterando a legalidade do investimento e declarando não ter conhecimento de quaisquer irregularidades. “O Galo Forte FIP é um veículo constituído e regular perante a CVM, administrado pela Trustee Distribuidora de Títulos Mobiliários Ltda. O CAM não tem conhecimento de quaisquer irregularidades”, informou o clube em nota.
O Banco Master, cujo principal acionista é Daniel Vorcaro, reforçou que a titularidade do fundo é pública e conhecida, estando inclusive documentada em análises do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “O fundo Galo Forte FIP é de propriedade de Daniel Vorcaro, pessoa física, informação pública e amplamente divulgada na mídia, inclusive após análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)”, destacou o banco.
O Galo Forte FIP foi utilizado por Vorcaro para adquirir 26,9% da Galo Holding S.A., a SAF que controla o Atlético Mineiro. A atual composição societária da Galo Holding inclui Rubens e Rafael Menin (55,7%), Ricardo Guimarães (8,4%), Daniel Vorcaro (26,9%) e o Figa, fundo de investimento do Galo que reúne aportes de torcedores.










