Senador lança campanha atacando incompetência e corrupção do governo Lula e promete combate duro ao crime organizado

Flávio Bolsonaro iniciou sua campanha presidencial atacando duramente o governo Lula, acusando-o de deixar um legado de incompetência e corrupção, e prometendo combate rigoroso ao crime organizado.
Em um ato oficial de campanha realizado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PL) lançou sua candidatura à presidência com um discurso carregado de críticas ao governo Lula. Sem poupar palavras, o senador acusou o atual presidente de deixar um legado marcado pela incompetência e corrupção, apontando um desgaste institucional preocupante.
Ataque direto ao governo e promessa de combate ao crime
Flávio não mediu esforços para definir seu posicionamento: prometeu tratar facções criminosas como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, sinalizando uma linha dura contra o crime que, segundo ele, o governo atual ignora. “Vou resgatar a soberania do Brasil”, afirmou, reforçando a narrativa de um Estado enfraquecido e incapaz de proteger sua população.
Críticas à política externa e à segurança
O senador também criticou o governo Lula por supostamente preocupar-se mais com conflitos internacionais do que com a segurança interna. “O atual governo briga com País em outro continente, mas não briga com ladrão de celular, não temos soberania sobre nosso próprio celular”, provocou, expondo uma percepção de desgoverno e negligência.
Discurso emotivo e apoio do ex-presidente Bolsonaro
Ao falar sobre seu pai, Flávio mostrou um lado mais pessoal, emocionando-se ao dizer que está “aqui com toda humildade” para dar continuidade à defesa da democracia, que considera ter sido a marca da gestão Bolsonaro. O próprio ex-presidente fez uma aparição rápida, reforçando a necessidade de mudança e alertando para o que chamou de ‘medo’ de sua filha ficar órfã, um momento que evidencia o desgaste político e a tensão nos bastidores.
Flávio Bolsonaro se posiciona assim como o principal adversário de Lula para as eleições de 2026, mas enfrenta o desafio de ampliar sua base e consolidar uma frente nacional contra o atual governo, que ainda mantém avaliações divididas no cenário político.









