Atleta mineira desafia limites e prova que é possível competir mesmo com limitações físicas

Marcela Fonseca, fisiculturista de Formiga (MG), mostra que é possível competir mesmo com prótese de quadril, superando dores e limitações.
Na cidade de Formiga (MG), a fisiculturista Marcela Fonseca, de 27 anos, é um exemplo de superação ao competir na categoria Bikini mesmo após a colocação de uma prótese de quadril. Após anos lidando com dores e o diagnóstico de artrose, ela decidiu realizar a cirurgia, provando que limitações físicas não são barreiras para a competição.
A superação de Marcela
Marcela enfrentou a dor por muitos anos antes de optar pela cirurgia. “Pensava: ‘Será que consigo?’ Não existe isso. É querer”, afirmou a atleta, que não usou esteroides anabolizantes em suas competições. Desde sua estreia no ano passado, ela se dedicou intensamente ao fisiculturismo, encontrando satisfação na competição.
Desafios e preparação
Após a artroplastia, Marcela ficou mais de dois meses afastada da musculação, um dos períodos mais longos desde que começou a treinar aos 14 anos. O médico Marco Aurélio Neves destaca que a musculação é fundamental na recuperação, sendo até mais benéfica que atividades como caminhada.
Mensagem de motivação
Marcela relata que não sente barreiras impostas pela prótese. Ela menciona que, com paciência e dedicação, conseguiu melhorar sua performance. “Tem que martelar, tem que ser chato. Vai ter dias em que você vai olhar e falar: ‘nossa, que horrível!’ Mas uma hora, se você não desistir, consegue”, concluiu.
Considerações finais
Os especialistas ressaltam a importância da técnica e progressão de cargas para atletas com prótese. Embora não haja estudos específicos sobre fisiculturistas com próteses, a prática recreativa da musculação é considerada benéfica e segura. A trajetória de Marcela é uma prova de que a determinação pode vencer limitações.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br










