Redução de pressão nos reservatórios gera escassez hídrica na Grande SP

A redução de pressão da água na Grande São Paulo gera relatos de falta d'água, afetando a rotina de moradores.
Na Grande São Paulo, a redução de pressão no sistema de abastecimento de água tem resultado em relatos de falta d’água, impactando a rotina de moradores. Atualmente, o sistema Cantareira, que abastece cerca de 9 milhões de pessoas, registra apenas 29,5% de seu volume total, o menor nível para setembro em dez anos. A Sabesp, responsável pelo abastecimento, informou que a redução da pressão na rede será ampliada para dez horas, entre 19h e 5h, visando minimizar vazamentos.
Impacto nas rotinas diárias
Moradores de diversas regiões, como Cotia e São Matheus, relatam dificuldades diárias, como a necessidade de armazenar água da geladeira para escovar os dentes ou ferver água para banhos rápidos. A situação se agrava com a interrupção do abastecimento em horários não programados. Evandro Pereira Santos, morador de Cotia, menciona que sua família precisa racionar água, enquanto Aline Aragão, da Vila Pierina, relatou que a água costuma voltar com alta pressão, ocasionando danos em torneiras.
Resposta da Sabesp
Em resposta às queixas, a Sabesp afirma que a pressão da água está dentro dos padrões e que a redução de pressão é uma medida temporária para preservar os reservatórios. A companhia pediu que a população colabore com o uso consciente da água. As autoridades afirmam que a normalização da situação é esperada para meados de outubro, mas até lá, os moradores seguem lidando com a incerteza e a falta d’água em suas casas.
Considerações finais
A crise hídrica é um desafio crescente na Grande São Paulo, e a implementação de medidas de redução de pressão pode ser uma solução necessária, mas que gera desconforto e dificuldades para os moradores.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br










