A Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur) de Porto Velho está no centro de uma polêmica envolvendo o pagamento de gratificações, conhecidas como jetons, a seus conselheiros. A prática, que já vinha sendo observada, ganhou nova dimensão com a criação de reuniões extraordinárias que impulsionaram significativamente a remuneração de um grupo seleto de assessores comissionados.
Os pagamentos turbinados, destinados a apenas sete conselheiros, ultrapassaram a marca de R$ 200 mil, levantando questionamentos sobre a legalidade e a moralidade da prática. A situação é classificada como uma possível “farra” de jetons, com o dinheiro público sendo utilizado para inflar os salários de indivíduos já beneficiados por cargos comissionados.
O caso acende o debate sobre a transparência e a gestão dos recursos públicos na administração municipal. A justificativa para a realização dessas reuniões extraordinárias e o critério para a seleção dos conselheiros beneficiados ainda não foram totalmente esclarecidos, gerando insatisfação e exigindo uma investigação mais aprofundada por parte dos órgãos competentes.
A repercussão do caso promete gerar debates acalorados na Câmara Municipal e pressionar a administração a prestar contas sobre a utilização dos recursos da Emdur. A sociedade civil também acompanha de perto o desenrolar da situação, exigindo medidas que garantam a correta aplicação do dinheiro público e a punição de eventuais irregularidades.
Fonte: http://www.rondoniagora.com










