Prefeito se pronuncia após ataque ao Hospital Municipal Pedro II

Prefeito do Rio, Eduardo Paes, se manifesta sobre a invasão armada ao Hospital Municipal Pedro II, destacando a necessidade de reforço na segurança.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou nesta quinta-feira (18) que a Prefeitura mantém diálogo constante com o governo do estado e a Polícia Militar para reforçar a segurança em hospitais da rede pública, após a invasão armada ao Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste. Paes classificou a ação como “inaceitável” e disse confiar na atuação das forças de segurança para esclarecer o caso.
Medidas de segurança e resposta rápida
Durante coletiva no Hospital do Andaraí, na Zona Norte, o prefeito destacou que desde a madrugada as equipes da Prefeitura, junto com a Casa Civil e a Secretaria de Saúde, estão em contato com a Polícia Militar. “É inaceitável que isso aconteça. Nós sempre vamos atender qualquer paciente, independentemente de quem seja, mas é fundamental que haja acompanhamento da polícia para dar segurança a médicos, enfermeiros e pacientes”, afirmou. Ele também elogiou a resposta rápida da polícia, que permitiu a transferência do paciente alvo dos criminosos.
Situação crítica no hospital
A invasão ao Hospital Pedro II ocorreu na madrugada do dia 18, quando oito homens encapuzados e armados entraram na unidade em busca de um paciente baleado. Segundo a Polícia Militar, os criminosos foram até o centro cirúrgico, mas o homem já havia sido transferido. Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação dos suspeitos, e a 36ª DP (Santa Cruz) instaurou inquérito para apurar o caso.
Pedido por policiamento constante
O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, também se manifestou sobre a situação, ressaltando que a invasão causou um transtorno imenso. “Nunca esperaríamos ver uma invasão de hospital por homens armados. Essa situação vem se agravando”, disse. Ele reforçou o pedido por policiamento constante, solicitando que haja policiamento 24 horas em todos os hospitais de alta complexidade. “Até 2018, a presença policial era muito mais forte dentro das unidades de saúde”, lembrou.










