Em alusão ao Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, celebrado no terceiro sábado de outubro, Duque de Caxias intensifica suas ações de prevenção e conscientização. A campanha, batizada de “Outubro Verde”, visa alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis, uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) que pode ser evitada com o uso consistente de preservativos. A iniciativa segue as diretrizes do Ministério da Saúde e busca proteger a saúde da população caxiense.
Alinhada às recomendações do Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias elaborou um calendário especial de atividades para combater tanto a sífilis adquirida quanto a congênita – aquela transmitida da mãe para o bebê. A sífilis congênita representa um grave risco, podendo causar sérios problemas de saúde e até mesmo levar ao óbito de recém-nascidos se não tratada a tempo. O foco principal é reforçar a importância do pré-natal para gestantes, garantindo o tratamento oportuno e prevenindo a transmissão da doença aos bebês.
Durante a Semana de Combate à Sífilis, a população terá acesso a ações educativas e testagem gratuita em diversos pontos da cidade. Confira os locais e datas: UPH Campos Elíseos (22/10), UBS Sarapuí (23/10), UBS Dr. José de Freitas e UPH Saracuruna (ambos em 28/10). “É crucial que as pessoas se informem e façam o teste, pois o diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento eficaz”, destaca a Secretaria de Saúde.
Vale ressaltar que a oferta de testes rápidos e gratuitos para diagnóstico da sífilis é uma ação contínua, disponível durante todo o ano nas unidades da rede municipal de saúde. Gestantes, seus parceiros sexuais, a população sexualmente ativa em geral e profissionais de saúde são os públicos-alvo prioritários desta iniciativa. A Secretaria Municipal de Saúde reforça o compromisso em garantir o acesso à informação e aos serviços de saúde para todos os cidadãos.
A sífilis é uma doença silenciosa causada pela bactéria Treponema pallidum, transmitida principalmente por contato sexual. A infecção também pode ocorrer durante a gravidez ou no parto, acarretando graves consequências para o bebê, incluindo aborto, natimorto, parto prematuro, retardo no desenvolvimento e malformações. A doença pode permanecer latente no organismo por muitos anos, manifestando-se tardiamente e causando danos significativos aos sistemas nervoso central e cardiovascular se não tratada.
Fonte: http://odia.ig.com.br





