O Ministério Público do Amazonas (MPAM) intensificou o debate em torno da comercialização de ingressos para o aguardado Festival Folclórico de Parintins. A instituição recorreu da decisão judicial que permitiu a liberação da venda, alegando possíveis irregularidades e impactos negativos para o evento e seus participantes. A ação reacende a polêmica sobre a organização e acesso ao festival, um dos maiores eventos culturais do estado.
A contestação do MPAM centra-se em preocupações com a transparência e a lisura no processo de venda. Segundo o órgão, a liberação judicial, da forma como foi concedida, poderia abrir brechas para práticas especulativas e dificultar o acesso democrático aos ingressos, prejudicando tanto o público local quanto os turistas.
“Estamos atentos para garantir que o Festival de Parintins seja um evento acessível a todos, sem que a comercialização de ingressos se torne um obstáculo”, afirmou um representante do MPAM, ressaltando a importância de preservar o caráter popular e cultural da festa. A expectativa agora recai sobre o desenrolar do processo judicial e seus possíveis desdobramentos para a realização do festival.
A decisão final da Justiça poderá ter um impacto significativo na organização e no acesso ao evento, influenciando tanto a experiência do público quanto a arrecadação e a gestão dos recursos do Festival Folclórico de Parintins. O caso segue sob análise, e novas informações deverão ser divulgadas em breve.










