Major Araújo reivindica direito à legítima defesa no plenário da Assembleia Legislativa após desentendimentos com colega Amauri Ribeiro

Deputado do PL em Goiás pede autorização para andar armado no plenário após conflito com colega do partido.
Deputado do PL pede para andar armado no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás após conflito
O deputado do PL pede para andar armado no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) após intensos desentendimentos com seu colega de partido, o deputado Amauri Ribeiro. A solicitação de Major Araújo para portar arma no plenário foi feita em sessão realizada na terça-feira, 12 de maio de 2026, e justifica-se pelas constantes ameaças e episódios de agressão verbal entre os parlamentares.
Histórico da rivalidade entre Major Araújo e Amauri Ribeiro no plenário estadual
A troca de ofensas entre Major Araújo e Amauri Ribeiro já ocorre há semanas na Assembleia. Em uma das sessões recentes, Amauri ameaçou que Araújo “amanheceria morto” caso o tocasse, evidenciando a escalada nos conflitos internos do PL. Essa tensão tem como pano de fundo a divisão sobre o apoio ao senador Wilder Morais, pré-candidato ao governo estadual e presidente do diretório local do partido.
Pedido formal para porte de arma e alternativas de segurança na Alego
Em requerimento oficial, Major Araújo argumenta a necessidade do porte e uso de arma de fogo, a fim de defender-se no exercício das atividades parlamentares. Ele também sugere que, caso a autorização não seja concedida, a Assembleia poderia disponibilizar policiais para escolta dos deputados. O pedido inclui a possibilidade de portar uma arma de sua propriedade dentro das dependências da Alego.
Contexto político e impactos da crise interna no PL de Goiás
A disputa política entre os deputados reflete um cenário de instabilidade dentro do PL em Goiás, com embates entre alas partidárias e oposição interna. Amauri Ribeiro tem histórico de polêmicas, incluindo denúncias por violência política de gênero, e mantém relações com outros grupos políticos locais, o que agrava sua divergência com Araújo. A crise expõe fragilidades institucionais e desafios para o funcionamento democrático do Legislativo estadual.
Debates acalorados e repercussões na segurança dos parlamentares durante sessões
Além das discordâncias políticas, os episódios de agressões verbais e ameaças no plenário levantam questionamentos sobre a segurança dos deputados durante as sessões. A solicitação de Major Araújo para portar arma reflete um clima de tensão incomum no ambiente parlamentar, que pode comprometer o debate civilizado e a integridade física dos representantes eleitos.
O agravamento das disputas internas no PL em Goiás, marcado por episódios de violência verbal e ameaças, culminou no pedido formal de autorização para porte de arma no plenário. A situação constitui um alerta para a necessidade de mecanismos eficazes de mediação e segurança na Assembleia Legislativa para preservar o funcionamento adequado da Casa e garantir a proteção dos parlamentares.










