Carlo Ancelotti, o renomado técnico italiano, concedeu uma entrevista exclusiva onde revelou sua conexão surpreendente com o Brasil, que vai além do futebol, abrangendo religião e até a culinária, com a paixão pela polenta. Aos 66 anos, ele se prepara para o desafio de comandar a seleção brasileira, um sonho que nem ele próprio imaginava concretizar.
Relembrando o início de sua trajetória, Ancelotti se diverte com o apelido de “Príncipe Carlo”, dado quando era jogador da Roma, e o compara ao título de “Carlo Magno”, concedido após a conquista da Champions League com o Real Madrid. Essa evolução reflete sua persistência e sucesso ao longo de quatro décadas no futebol.
Questionado sobre o momento do futebol brasileiro, Ancelotti reconhece a dificuldade de conquistar a Copa do Mundo atualmente, devido ao aumento da qualidade em outras seleções. No entanto, ele demonstra otimismo e confiança no potencial da equipe brasileira, ressaltando a importância de defender bem como um fator crucial para o sucesso.
“É muito estimulante treinar o Brasil, o ambiente agradável, a paixão é grande”, declarou Ancelotti, enfatizando a escolha acertada de comandar a seleção. Ele também mencionou a alegria e a receptividade do povo brasileiro como aspectos que o surpreenderam na cultura local.
Sobre a convivência e a comunicação com os jogadores, Ancelotti destaca a importância de aprender o português e criar um ambiente positivo no grupo. Ele também comentou sobre o uso de celulares na concentração, buscando um equilíbrio para não prejudicar as relações pessoais e a concentração da equipe. “Gostamos mais de nos comunicar pelo telefone do que entre pessoas”, observou.
Ao ser perguntado se o Brasil pode ganhar a Copa, Ancelotti respondeu com convicção: “Acho que sim”. Ele ressaltou que a equipe tem chances de competir e que a vitória depende de muitos fatores, incluindo pequenos detalhes, mas que o Brasil deve sempre lutar para vencer. Sua experiência e liderança serão fundamentais na busca pelo tão sonhado hexa.










