Carlo Ancelotti, o técnico italiano à frente da seleção brasileira, demonstra um crescente entusiasmo pelo país. Além de focar na preparação para a Copa do Mundo de 2026, com sede no Canadá, Estados Unidos e México, Ancelotti revelou um objetivo pessoal inusitado: aprender a cantar o hino nacional brasileiro. Essa declaração foi feita em entrevista ao site oficial da Fifa, evidenciando o seu desejo de se conectar ainda mais com a cultura e a paixão do futebol no Brasil.
Impressionado com a fervorosa torcida brasileira nos estádios, Ancelotti expressou seu incômodo por não poder acompanhar o time cantando o hino. “A paixão que existe no país era algo que eu já conhecia, mas é uma paixão verdadeira, principalmente pela equipe nacional”, afirmou o treinador. Ele complementou, mostrando seu comprometimento: “O que quero é aprender. Tenho um ano pela frente para conseguir cantar junto com os jogadores. Eu gostaria muito”.
Apesar de ter memórias mistas do futebol brasileiro, remontando à derrota italiana para o Brasil na final da Copa de 1970, Ancelotti demonstra admiração pela história da seleção. “Minha primeira memória profissional do Brasil é de 1970, quando jogou a final contra a Itália. Eu tinha 11 anos e me lembro daquela partida que a seleção venceu de 4 a 1 com Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivellino”, recorda.
Feliz com sua primeira experiência na América do Sul, Ancelotti se diz encantado com o ambiente e a dedicação dos brasileiros à seleção. “A camisa da seleção é muito, muito amada pelas pessoas. Quando o Brasil joga, o país para”, observou o técnico. Ele ainda ressaltou a importância da oportunidade: “Poder dirigir a seleção brasileira, a equipe mais importante da história e que ganhou mais Copas, é uma grande oportunidade. Ela surgiu e eu a abracei.”
Com a classificação para a Copa do Mundo já garantida, Ancelotti agora se concentra em definir o grupo de jogadores que levará para o torneio. Enquanto isso, a promessa de aprender o hino nacional demonstra o seu comprometimento em mergulhar de cabeça na cultura brasileira e construir uma forte ligação com a torcida e a história da seleção.
Fonte: http://www.oliberal.com










