Após a recente edição do Mundial de Clubes, a FIFA dá o pontapé inicial na reformulada Copa Intercontinental neste domingo, 14 de setembro. A competição, que adota um formato semelhante ao antigo Mundial disputado até 2023, busca coroar o melhor clube do mundo em uma série de confrontos decisivos. O primeiro embate será entre Pyramids, do Egito, e Auckland City, da Nova Zelândia, marcando o início de uma jornada que culminará em dezembro.
A Copa Intercontinental de 2025 conta com seis campeões continentais, representando cada confederação filiada à FIFA. A ausência notável é o representante da Conmebol, que será definido apenas em novembro com a final da Libertadores. A competição se desenrola em cinco jogos, com cada etapa representando uma mini-final rumo à grande decisão.
O pontapé inicial acontece com o playoff África-Ásia-Pacífico, onde o Auckland City, campeão da Oceania, enfrenta o Pyramids. Tradicionalmente, o campeão da OFC participa desta fase, enquanto as confederações Africana (CAF) e Asiática (AFC) se alternam a cada ano. Em seguida, o vencedor desse confronto enfrentará o Al-Ahli, da Arábia Saudita, pelo título da Copa África-Ásia-Pacífico.
Em dezembro, a competição ganha novo fôlego com o Dérbi das Américas, onde o campeão da Libertadores enfrentará o Cruz Azul, do México, campeão da Champions League da Concacaf. Em seguida, o vencedor da Copa África-Ásia-Pacífico e o vencedor do Dérbi das Américas se enfrentarão na Copa Challenger, definindo o desafiante do Paris Saint-Germain, campeão da Champions League, na grande final da Copa Intercontinental.
A final da Copa Intercontinental, marcada para 17 de dezembro, coroará o campeão mundial. A competição revive o espírito do antigo duelo intercontinental, que, embora não tivesse chancela oficial da FIFA na época, foi reconhecido posteriormente como título mundial. A expectativa é alta para ver qual clube emergirá como o grande vencedor nesta nova era do futebol global.
Fonte: http://www.oliberal.com










