Em assembleia realizada nesta segunda-feira, condutores de ambulância de Sergipe, representados pelo Sindconam, deliberaram sobre suas pautas de reivindicação, com foco na valorização profissional e equiparação salarial. A categoria alega defasagem salarial e busca isonomia na remuneração para profissionais que desempenham as mesmas funções e cumprem a mesma carga horária.
Segundo Adilson Ferreira, presidente do Sindconam, a categoria tem enfrentado dificuldades devido à defasagem salarial e à falta de isonomia. “Queremos que nossos vencimentos e benefícios sejam ajustados de forma justa, respeitando o que determina a Constituição, que prevê a recomposição anual pelo menos da inflação”, afirmou Ferreira, enfatizando a necessidade de um reajuste que acompanhe o aumento do custo de vida.
Ainda de acordo com o sindicato, a reivindicação inclui o reajuste dos salários e benefícios, como auxílio alimentação, transporte e educação. O governo de Sergipe apresentou uma proposta de aumento de 5%, um valor considerado insuficiente, já que está abaixo da inflação acumulada, que atingiu 5,46%.
Diante da falta de acordo, os trabalhadores estabeleceram o final de outubro como prazo final para que o governo atenda às suas demandas. Caso contrário, está prevista uma paralisação de advertência para o dia 4 de novembro, buscando pressionar o governo a negociar sem prejudicar a população. “Nossa luta é pelo governo sentar e resolver a situação, não contra a sociedade”, reforçou Adilson Ferreira.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que se reuniu com representantes de diversas categorias sindicais, incluindo o Sindconam, no dia 3 de outubro. Segundo a SES, as categorias apresentaram uma contraproposta referente ao reajuste salarial, que será analisada para avaliar o impacto financeiro e a viabilidade de adesão às demandas. Uma nova reunião está agendada para o dia 16 de outubro, buscando um acordo entre as partes.
Fonte: http://infonet.com.br










