A influenciadora Cíntia Chagas, conhecida por suas opiniões frequentemente polêmicas, tornou-se o centro de um debate após ser alvo de um artigo da jornalista Mariliz Pereira Jorge, publicado na Folha de S. Paulo. O texto questionava o recente ativismo de Cíntia em temas como feminismo e violência contra a mulher, ligando-o às denúncias de agressão e perseguição contra seu ex-marido, o político Lucas Bove.
Mariliz Pereira Jorge, em sua coluna, ironizou a suposta conversão de Cíntia ao feminismo, sugerindo que ela só teria compreendido a importância do movimento ao recorrer aos instrumentos legais criados por ele. O artigo, intitulado de forma provocativa, insinuava que a influenciadora teria finalmente “entendido o que é feminismo” após vivenciar a violência em sua própria vida.
A resposta de Cíntia Chagas veio em forma de vídeo, onde a influenciadora confronta as declarações de Mariliz. “Você tem razão quando diz que de lá pra cá, algo mudou. Algo mudou quando eu senti na pele e na mente o machismo apregoado por mim nas minhas falas”, afirmou Cíntia, reconhecendo uma mudança em sua perspectiva.
Em sua declaração, Cíntia não se esquivou de seu passado, admitindo falas infelizes e reforçando que já se desculpou por elas em diversas ocasiões. A influenciadora destacou a importância do movimento feminista em seu caso, admitindo que, sem ele, não teria conseguido o indiciamento de seu agressor.
Em um apelo enfático, Cíntia Chagas defendeu que a luta contra a violência doméstica transcende ideologias políticas. “Nenhuma mulher merece apanhar”, declarou, ressaltando que a causa é de interesse universal e que a proteção e o bem-estar das mulheres devem ser prioridade para todos.










