Cievs atua como radar para antecipar emergências e coordenar respostas ágeis no estado

O Centro de Informações Estratégicas no Paraná monitora riscos à saúde pública e coordena respostas rápidas para evitar crises.
A atuação estratégica do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância no Paraná
O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) do Paraná tem como missão antecipar riscos que possam se transformar em crises de saúde pública. Em consonância com o Regulamento Sanitário Internacional (RSI 2005), o Centro funciona como um radar permanente, monitorando eventos sanitários que possam impactar o Estado. A coordenadora estadual, Tatiane Dombroski, destaca que o Cievs transforma dados em inteligência estratégica para decisões rápidas e eficazes.
Monitoramento contínuo e resposta rápida a emergências sanitárias
O Cievs realiza vigilância baseada em eventos, acompanhando diariamente mídias formais e informais e redes globais de saúde para captar sinais de alerta precoces. Essa abordagem permite que ameaças sejam identificadas e analisadas antes de atingirem o território paranaense. A velocidade na transformação dessas informações em ações concretas é um diferencial, possibilitando a articulação imediata com áreas técnicas para medidas de prevenção e controle eficientes.
Casos emblemáticos que ilustram a eficácia do Cievs
Um exemplo recente ocorreu em outubro de 2025, quando o Centro identificou um alerta sobre bebidas adulteradas com metanol em São Paulo. Esse fato desencadeou uma resposta rápida no Paraná, incluindo reuniões com setores técnicos, publicação de nota técnica conjunta e a criação de uma Sala de Situação online para acompanhamento em tempo real. Assim, quando o primeiro caso suspeito surgiu em Curitiba, já existia um protocolo de atendimento estruturado, evidenciando o papel fundamental do Cievs na proteção da população.
Impacto da vigilância proativa no controle de doenças infecciosas
Além de situações emergenciais, o Cievs contribui para o controle de doenças com potencial de surto, como a coqueluche. Com a identificação precoce do aumento global dos casos em 2024, o Centro permitiu a atualização dos protocolos e a realização de um mapeamento detalhado, com mais de dois mil registros no Paraná. Essas ações qualificaram a vigilância e ajudaram a mitigar os impactos da doença no estado.
Ferramentas de comunicação e integração para fortalecer a vigilância
O funcionamento do Radar CIEVS, um canal via WhatsApp, é crucial para a disseminação rápida de informações técnicas relevantes a profissionais de saúde. Esse clipping técnico apresenta análises sobre eventos internacionais, nacionais e estaduais, facilitando a resposta coordenada e integrada entre os diferentes setores e órgãos envolvidos na vigilância em saúde.
Preparação contínua para ameaças emergentes como o sarampo
Mesmo sem casos autóctones recentes no Brasil, o sarampo permanece no radar do Cievs, que acompanha boletins internacionais e diretrizes nacionais para garantir que o Paraná esteja preparado para eventuais modificações no cenário epidemiológico. Essa postura preventiva reforça o compromisso do Centro em proteger a saúde pública com inteligência, agilidade e planejamento.
Fonte: www.parana.pr.gov.br
Fonte: Centro de Informações Estratégicas da Sesa










