A investigação sobre a emboscada que vitimou Ruy Ferraz, ex-delegado-geral de São Paulo, ganha novos contornos com a decretação da prisão temporária de Willian Silva Marques, de 36 anos. A decisão judicial, emitida ontem, eleva para sete o número de suspeitos envolvidos no caso que chocou o estado. Marques, até então sem antecedentes criminais, é apontado como peça-chave na logística do crime.
Marques é proprietário de um imóvel localizado em Praia Grande, litoral paulista. A suspeita recai sobre a propriedade, que teria servido de base para a preparação do ataque. De acordo com as investigações, um fuzil, possivelmente utilizado na execução de Ferraz, teria saído da residência de Marques.
“O imóvel em Praia Grande foi utilizado pelos…”, detalha um trecho do inquérito, indicando a importância do local para a organização da emboscada. A polícia busca agora aprofundar a ligação entre Marques e os demais envolvidos, bem como esclarecer seu papel no planejamento e execução do crime.
A prisão de Marques representa um avanço significativo na investigação, que busca identificar todos os responsáveis pela morte do ex-delegado-geral. As autoridades continuam trabalhando para reunir provas e desvendar os motivos que levaram à emboscada fatal contra Ruy Ferraz.
Fonte: http://oimparcial.com.br










