Avaliação positiva reflete crescimento e baixa inadimplência

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) manteve sua nota Ba2 em relatório da Moody's, destacando crescimento e baixa inadimplência.
O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu a manutenção de sua nota Ba2, segundo o mais recente relatório da Moody’s, divulgado nesta quarta-feira (dia 24). O relatório aponta crescimento constante no volume de financiamentos, baixa inadimplência de 0,8% e uma estrutura de captação que diversifica as fontes de recursos. A análise elogia a política de parcerias com bancos internacionais e a atuação no mercado de capitais.
Números e indicadores do caso
- Em 2025, os recursos do BNDES representaram 65,6% dos novos empréstimos, uma queda em relação aos 94% de 2017.
- O BRDE captou mais de R$ 1 bilhão no mercado de capitais no mês de maio.
- A carteira de crédito atual do BRDE é de R$ 23,7 bilhões, com quase R$ 6 bilhões em novos financiamentos em 2024.
Análise da inadimplência
A Moody’s destacou que a inadimplência no primeiro semestre de 2025 recuou para 0,8%, mesmo após eventos climáticos que impactaram o estado do Rio Grande do Sul em maio de 2024. Em comparação, no primeiro semestre do ano passado, a inadimplência era de 1%. Esse resultado é visto como um reflexo da capacidade do banco em manter a qualidade da carteira de crédito.
Papel do BRDE no desenvolvimento regional
O BRDE é reconhecido por seu papel consolidado como banco de desenvolvimento regional, especialmente no apoio à cadeia do agronegócio nos três estados do Sul. O diretor administrativo, Heraldo Neves, ressaltou que a evolução dos indicadores se deve à sólida política de crédito do banco, mesmo diante das dificuldades enfrentadas na região. A agência também alerta sobre a importância da diversificação das fontes de financiamento, mantendo a qualidade da carteira de crédito.










