A transição energética no Brasil se fortalece, com projeções de investimentos na ordem de R$ 1 trilhão nas próximas décadas. Um levantamento da PwC e Abrace revela o potencial do setor, com destaque para a Região Nordeste como polo de energias renováveis. A informação foi divulgada durante o seminário “A Socioeconomia do Clima”, promovido pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS) no Rio de Janeiro, preparando o terreno para a COP30.
“O Brasil tem uma matriz predominantemente renovável, um custo energético competitivo e um enorme potencial de expansão em energias limpas”, ressaltou Victoria Santos, gerente de Transição Energética do iCS, evidenciando o otimismo em relação ao futuro do setor.
No cenário político paranaense, o senador Sergio Moro (União-PR) articula assumir a liderança da federação União-PP no estado, um movimento que pode impactar as ambições de Ratinho Júnior (PSD-PR) para as eleições de 2026. A crescente influência de Moro dentro do União Brasil, com o apoio de Antônio Rueda, presidente do partido, coloca em xeque os planos do governador.
Ainda no âmbito da segurança pública, Roraima enfrenta um aumento da violência ligada a gangues venezuelanas, com confrontos se intensificando em Boa Vista e Pacaraima. A Polícia Militar tem redobrado a atenção, especialmente na região da rodoviária na capital, onde a maioria dos crimes tem se concentrado.
O mercado de motocicletas apresenta um crescimento significativo, com um aumento de 15,3% na produção no primeiro semestre de 2025, totalizando mais de um milhão de unidades emplacadas. A Abraciclo projeta a venda de dois milhões de motos este ano, um aumento de 7,7%. Honda, Yamaha e Shineray do Brasil lideram as vendas, com destaque para o crescimento expressivo da Shineray (86,6%).
Em São Paulo, um congresso com juristas, parlamentares e lideranças evangélicas, intitulado “Política Profética para um Brasil em Crise”, agendado para 19 de setembro, poderá se tornar um palco de debates sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, previsto para o mesmo mês.
Nas relações internacionais, a ausência de embaixadores dos EUA, Ucrânia e Israel no Brasil levanta questionamentos sobre a satisfação desses países com a política brasileira. A falta de representantes diplomáticos de alto escalão pode ser um prenúncio de tensões diplomáticas.
**Correção:** Diferente do publicado anteriormente, o nome correto da deputada citada na nota Fusão Polêmica é Gisela Simona (União-MT).
Fonte: http://odia.ig.com.br










