Vaias a governador no RS expõem radicalização e intolerância do lulismo

Episódio em evento institucional revela uso de militância organizada para constranger adversários e esvaziar o debate democrático O episódio ocorrido no Rio Grande do Sul expôs, sem disfarces, o petismo em seu estado mais fiel ao lulismo: intolerante, barulhento e dependente de claque. As vaias dirigidas ao governador não foram um gesto espontâneo de indignação popular, mas uma ação organizada, típica de quem prefere o constrangimento ao debate. O fato de o episódio ter ocorrido em um evento institucional entre o governo do Estado do Rio Grande do Sul e a União torna a cena ainda mais grave. Não se tratava de ato partidário, nem de comício, mas de um espaço oficial, que deveria ser regido por respeito institucional e civilidade política. Transformá-lo em palco de hostilidade é mais do que grosseria: é desprezo pelas instituições. Esse é um método antigo, consagrado por Lula e repetido por sua militância mais ruidosa: substituir argumentos por gritos e ocupar espaços públicos com intimidação. A claque petista não busca diálogo; busca impor medo e silenciar qualquer voz que escape à narrativa do partido. Ao afirmar que “o medo venceu o ódio”, o governador apenas descreveu o ambiente político criado por esse tipo de prática — um ambiente em que a divergência é tratada como ameaça e a democracia só é tolerada quando serve aos interesses do lulismo.

Greca reafirma pré-candidatura mirando apoio de Ratinho Junior

Ex-prefeito de Curitiba afirma que quer dar continuidade ao legado de Ratinho Junior e se coloca no centro da sucessão estadual O ex prefeito de Curitba e atual Secretário de Estado Rafael Greca, deixou de lado as insinuações e passou a falar de forma direta sobre 2026. Em declarações recentes afirmou que é pré-candidato ao governo do Estado, colocando seu nome oficialmente no tabuleiro sucessório. “Coloco meu nome à disposição para disputar o governo do Paraná”, disse Greca, ao tratar de seu futuro político. Em outra manifestação pública, Greca reforçou o alinhamento com o atual Governador ao afirmar que pretende “defender e continuar o legado de Ratinho Junior”, sinalizando que pretende vincular a sua pré-candidatura a continuidade do projeto político hoje no Palácio Iguaçu. A fala também é lida como um gesto claro de proximidade com Ratinho, figura central na definição do candidato do grupo governista. Após três mandatos como prefeito da capital e atualmente no primeiro escalão do governo estadual, Greca entra de vez no debate sucessório e antecipa movimentos no campo governista. Com discurso afinado e posicionamento público claro, a sucessão de 2026 no Paraná começa a ganhar contornos mais definidos.

Paulo Martins usa interinidade na Prefeitura para ganhar tração na pré-campanha ao governo

Interinidade no Palácio 29 de Março amplia exposição política e posiciona vice-prefeito no tabuleiro estadual O período entre hoje e domingo marca uma janela estratégica para o vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins, que assume interinamente a Prefeitura e deve aproveitar a visibilidade do cargo para impulsionar sua pré-candidatura ao governo do Paraná. A passagem pelo Palácio 29 de Março, ainda que temporária, oferece a Martins a oportunidade de reforçar imagem institucional, ampliar agenda pública e dialogar com setores que vão além da capital. O movimento não ocorre por acaso. Paulo Martins vem aparecendo bem posicionado em diversas pesquisas eleitorais, consolidando-se como um nome competitivo na disputa estadual. A interinidade permite a ele ocupar espaço político relevante, associar seu nome à gestão da cidade e demonstrar capacidade administrativa — atributos fundamentais em uma corrida majoritária. Ainda que o período seja curto, o cálculo é claro: em um cenário estadual fragmentado e com a corrida ao governo em formação, cada gesto, agenda e exposição contam. Martins entra no radar estadual com vantagem: bons números nas pesquisas e, agora, a vitrine do cargo mais visível do Paraná fora do Palácio Iguaçu.

Candidatura de Gleisi acirra disputa interna no PT e bagunça eleição para o Senado no Paraná

Entrada de Gleisi Hoffmann na corrida altera cenário eleitoral e amplia vantagem do grupo de Ratinho Junior O pedido de Lula para que Gleisi Hoffmann dispute o Senado pelo Paraná transformou o PT em um barco à deriva. Até ontem, Gleisi tinha praticamente garantida sua reeleição à Câmara, enquanto Ênio Verri já investia tempo e dinheiro na própria candidatura — até receber o comunicado de que ficaria em Itaipu. Zeca Dirceu, com quem Gleisi já trocou farpas na executiva estadual, agora se vê encurralado. O racha é aberto e barulhento. Do outro lado a corrida também se ajusta. A volta de Alvaro Dias ao MDB já havia chacoalhado o tabuleiro. Filipe Barros tinha vida tranquila, mas a prisão de Bolsonaro esfriou sua candidatura; Cristina Graeml , surge como uma incógnita, ainda sem base consolidada, mas podendo complicar os cálculos eleitorais.  Ratinho Junior mantém controle absoluto do PSD, escolhendo candidato ao governo e ao Senado, conferindo vantagem quase automática ao seu indicado.

Alexandre Curi encerra ciclo na Assembleia e confirma pré-candidatura ao Governo do Paraná

Presidente da Assembleia Legislativa sinaliza candidatura ao governo do Paraná e defende escolha alinhada com o atual governador Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, intensificou articulações que o colocam como pré-candidato ao Governo do Estado. Ao anunciar o encerramento de seu ciclo no Legislativo após vários mandatos, sinaliza uma mudança estratégica dentro do grupo governista e entra no tabuleiro da sucessão de Ratinho Junior. Aliado do governador, Curi defende a continuidade do atual projeto administrativo e aposta em uma sucessão organizada, com apoio direto de Ratinho. Sua declaração de que a decisão será tomada “numa mesa, ao lado do Ratinho” indica que a escolha do candidato governista ocorrerá por acordo de cúpula, evitando disputas públicas. Com ampla experiência legislativa e bom trânsito entre prefeitos, lideranças regionais e setores econômicos, Curi busca se apresentar como nome preparado para ser escolhido por Ratinho Junior como seu sucessor para a disputa do Iguaçu. “Nós vamos tomar uma definição para dar continuidade a essa grande gestão do governador Ratinho Junior, e o Paraná também continuar nesse rumo de crescimento”. Afirmou

Ídolos da Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sérgio Moro podem se enfrentar nas urnas no Paraná

Eventual disputa entre antigos protagonistas da operação transforma eleição em julgamento político sobre o legado da Lava Jato As especulações de que Deltan Dallagnol pode surgir como candidato a vice-governador em uma eventual chapa liderada pelo secretário Guto Silva acrescentam um forte componente simbólico ao cenário eleitoral. Caso se confirme, o Paraná poderá assistir a um embate singular: antigos ídolos da Lava Jato se enfrentando diretamente nas urnas. Houve um tempo em que Sergio Moro e Deltan Dallagnol eram praticamente sinônimos de um Brasil que muitos desejavam ver consolidado. Representavam o combate implacável à corrupção e a esperança de uma política mais ética. Moro, em especial, alcançou um patamar de popularidade raro. Tornou-se personagem de carnaval, com milhares de brasileiros usando máscaras com seu rosto — um símbolo inequívoco de idolatria popular e de força narrativa. Mas o pós-Lava Jato foi duro com seus protagonistas. A transição do campo jurídico para o político revelou limites, contradições e custos. Moro deixou o Ministério da Justiça em meio a rupturas, viu ruir o sonho de uma indicação ao Supremo Tribunal Federal e passou a enfrentar um ambiente político muito menos consensual do que o que conhecera como juiz. Dallagnol, por sua vez, sofreu talvez o revés mais simbólico: a cassação de seu mandato como deputado federal, interrompendo de forma abrupta sua trajetória eleitoral. Hoje, ambos carregam não apenas o legado da Lava Jato, mas também as marcas desse processo de desgaste. Se vierem a se enfrentar direta ou indiretamente nas urnas, o confronto extrapola a disputa eleitoral. Será também um julgamento político sobre o que restou daquela esperança coletiva e sobre quem conseguiu — ou não — transformar capital moral em projeto político sustentável. O que um dia foi unidade pode se transformar em enfrentamento. E, desta vez, o veredicto não virá dos tribunais, mas do eleitor.

Parceria entre Ratinho Junior e Eduardo Pimentel se firma como exemplo de lealdade política

Relação construída ao longo dos anos vai além de conveniências eleitorais e reforça alinhamento e confiança entre governo estadual e prefeitura de Curitiba A política é feita de gestos, escolhas e, sobretudo, de relações. A parceria entre o governador Ratinho Junior e o prefeito Eduardo Pimentel é um exemplo de construção política baseada em fidelidade e gratidão — valores cada vez mais raros no ambiente público. Desde a entrada de Eduardo Pimentel no PSD, muito antes de qualquer viabilidade eleitoral, Ratinho Junior encontrou nele um aliado leal, comprometido com o projeto do grupo e com as decisões tomadas coletivamente. Pimentel sempre demonstrou compreender o tempo da política, atuando com discrição, fortalecendo o partido e mantendo alinhamento com a liderança do governador. Essa relação, construída ao longo dos anos, vai além de conveniências eleitorais. Há confiança, respeito mútuo e reconhecimento. Ratinho apostou, abriu espaço e confiou; Pimentel respondeu com lealdade, trabalho e gratidão. É uma via de mão dupla que ajuda a explicar a solidez do vínculo político entre ambos. Em um cenário marcado por alianças instáveis, a relação entre Ratinho Junior e Eduardo Pimentel mostra

GUTO SILVA CONSTRUINDO PONTES PARA SUA CANDIDATURA

Após visita às obras da ponte, secretário afirma que deixará a Secid em abril para iniciar caminhada eleitoral Em Guaratuba, depois de visitar as obras da ponte, Guto Silva atendeu a imprensa junto com o secretário Sandro Alex, o prefeito Maurício e o deputado estadual Denian Couto. Primeira pergunta foi sobre sucessão pra governo do estado. Sem titubear, Guto reafirmou que esta trabalhando para suceder Ratinho Junior como governador. “Sou pré-candidato da continuidade. De um projeto que iniciei junto com Ratinho Junior há oito anos. Agora é o momento de trabalhar para manter o legado. Temos um grupo unidos e conseguimos transformar o Paraná. O nosso estado vive um momento extraordinário e, principalmente, temos um ambiente favorável para atrair investimentos porque é um estado pacificado politicamente. E é esse o meu desejo, continuar o que o Ratinho Junior começou. Saio em abril da Secid para iniciar essa caminhada”.

Paraná fecha 2025 com 13,5% de participação na safra nacional de grãos; produção vai aumentar

Estado alcança 13,5% da produção nacional, bate recorde histórico e deve crescer novamente na próxima safra, segundo prognósticos oficiais O Paraná consolidou em 2025 o protagonismo na produção de grãos. Dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Estado ficou com 13,5% da participação nacional na produção no ano passado, logo após o Mato Grosso (32%). Goiás (11,3%), Rio Grande do Sul (9,3%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (5,5%) completam a lista. Apenas no prognóstico de dezembro o Paraná teve uma das principais variações positivas do Brasil, com crescimento de 49 mil toneladas. Outras variações relevantes aconteceram em São Paulo (253 mil t), no Pará (92 mil t), em Goiás (74 mil t), no Tocantins (52 mil t) e no Maranhão (20 mil t). A safra de 2025 do Paraná bateu recorde da série histórica do IBGE com 46,8 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo o Paraná deve renovar esse protagonismo em 2026, a partir do terceiro prognóstico de área e produção para a safra do IBGE. A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 339,8 milhões de toneladas Em relação ao segundo prognóstico, houve crescimento de 4,2 milhões de toneladas. Segundo o IBGE, o Paraná deve ter aumento de 1,5% na produção em 2026. Outros estados que devem ter bom desempenho no setor são no Rio Grande do Sul, Piauí e Rondônia. Na contramão, o IBGE aponta declínios no Mato Grosso (-7,9%), em Goiás (-8,0%), no Mato Grosso do Sul (-6,8%), em Minas Gerais (-1,7%), na Bahia (-4,7%), em São Paulo (-4,8%), no Tocantins (-2,9%), no Maranhão (-0,7%), no Pará (-8,6%), em Santa Catarina (-1,6%) e em Sergipe (-7,4%). Líder na piscicultura, Paraná orienta produtores no manejo dos viveiros no verão Cultivares desenvolvidas no Paraná são quase 40% das sementes de feijão do País     O Paraná é o maior produtor brasileiro de feijão na 1ª safra, com uma estimativa de 191,1 mil toneladas. A produção paranaense deve representar 19,4% do total a ser colhido nessa 1ª safra. A estimativa da produção da 2ª safra é melhor. O Paraná vai produzir 553,5 mil toneladas, crescimento de 3% em relação ao prognóstico de novembro e de 2,7% em relação ao volume colhido nessa mesma safra em 2025, devendo participar com 42,8% do total da safra, seguido pelo Mato Grosso, com 172,9 mil toneladas. A estimativa para a produção nacional de milho (2ª safra) para 2026 é de 104,6 milhões de toneladas. O Paraná é o segundo maior produtor e deve alcançar uma safra de 17,3 milhões de toneladas, devendo participar com 16,5% do total. Também são relevantes na produção do milho 2ª safra: Goiás, com 13,3 milhões de toneladas, participação de 12,7% e Mato Grosso do Sul, com 10,3 milhões de toneladas, participação de 9,8%. A produção nacional de soja em 2026 deve ter aumento de 2,5% em relação à safra anterior, totalizando 170,3 milhões de toneladas, o que caracterizaria novo recorde na produção nacional da leguminosa. O Paraná estimou a segunda maior produção nacional, 22,1 milhões de toneladas, representando um crescimento de 3,6% na comparação com o volume produzido em 2025, o que seria a maior safra já alcançada no Estado. Fonte: www.parana.pr.gov.br/aen

Governador reúne conselho político para discutir sucessão

Com alta aprovação e pesquisas em mãos, governador articula sucessão estadual e avalia cenário nacional com aliados O governador Ratinho Junior reuniu nesta semana os principais conselheiros políticos e aliados no tabuleiro eleitoral e já traçou o plano para 2026. Ele está convicto que o PSD vai lançar uma chapa para o pleito estadual. Na pauta de Ratinho, também o cenário nacional. Ratinho Junior tem em mãos pesquisas qualitativas sobre a disputa no Estado que mostram o que os paranaenses esperam. Ele tem recebido também reports atualizados todas as semanas sobre a eleição de seu sucessor. Em paralelo, o governador tem conversado com Darci Piana e já tem em mente nomes de confiança do primeiro escalão sobre a sucessão eleitoral no Paraná. Os levantamentos reforçam a tese que Ratinho não deve abrir mão de ter um candidato próprio. Ratinho Junior tem 85% de aprovação entre os paranaenses e as pesquisas indicam que seu apoio será fundamental para potencializar o nome que for escolhido.