Ratinho Junior começa a chamar atenção do mercado

Presença em plataforma ligada ao mercado financeiro sinaliza articulação estratégica e consolida governador como nome viável para 2026 A presença de Ratinho Junior na manha desta quarta-feira no podcast da Warren Investimentos foi um movimento calculado. A Warren é hoje uma das gestoras mais relevantes do país, com forte atuação no varejo de investimentos, gestão de patrimônio e capital internacional — incluindo entre seus investidores um fundo soberano de Singapura, o que lhe confere peso e credibilidade no mercado. Bem posicionado nas pesquisas nacionais e já tratado como pré-candidato à Presidência, Ratinho tem ampliado sua circulação fora do circuito político tradicional. Ao dialogar diretamente com o mercado financeiro, sinaliza preocupação com agenda econômica, estabilidade e previsibilidade — ativos indispensáveis para quem pretende disputar um projeto nacional. A mensagem é clara: Ratinho busca se apresentar não apenas como liderança política, mas como um nome capaz de transitar com segurança entre governo e mercado, onde se constrói boa parte da viabilidade eleitoral.

Governo do Paraná apresenta governança do primeiro Hub de GovTech do Brasil

Iniciativa da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) estrutura o modelo institucional e as diretrizes de atuação do que será o primeiro Hub de GovTech do Brasil, voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão pública. O Governo do Paraná apresentou nesta segunda-feira (26) a governança do Hub GovTech Paraná, iniciativa da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) que estrutura o modelo institucional e as diretrizes de atuação do que será o primeiro Hub de GovTech do Brasil, voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão pública. Como parte da preparação para a implantação do novo Hub de GovTechs, foi realizado o lançamento da governança institucional da iniciativa, etapa fundamental para estruturar o modelo de atuação, articulação com parceiros e diretrizes de funcionamento do Hub. O Hub GovTech Paraná nasce com um modelo inédito no país, como um ecossistema completo focado em soluções para o setor público. Ele reúne metodologia consolidada, legitimidade institucional e validação prática em ambiente real, por meio de um Living Lab. A estrutura integra incubação, aceleração, testes, validação e escala de soluções, além de programas de capacitação, matchmaking, eventos e conexão com investidores de impacto. “Queremos transformar o Paraná num estado que gere soluções para os governos. Há uma carência, e mais do que isso, uma necessidade de oportunidades de negócios. E também há uma dificuldade das startups ou empresas para oferecer essas ideias ao Poder Público. E, assim, queremos que o Paraná seja cada vez mais referência em ciência, tecnologia e inovação para o Brasil e para o mundo”, afirmou o secretário de Estado da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani. Indiana TCS vai investir RS 200 milhões na construção de um campus em Londrina Segundo Gustavo Comeli, coordenador Executivo do Hub GovTech Paraná, o diferencial está na combinação entre método, governança e aplicação prática. “Precisamos organizar uma governança, trazendo mais atores para compor a estrutura do Hub GovTech. Hoje fizemos um convite para que outras instituições contribuam com iniciativas e estratégias para a inovação na administração pública. E, assim, teremos um objetivo ampliado da transformação digital e da inovação pública”, destacou. O Hub foi criado para atender empreendedores e startups em diferentes estágios, gestores públicos inovadores e investidores, criando um ambiente confiável, acessível e estratégico para o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao setor público. A robustez institucional do modelo se apoia na experiência acumulada da Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (APTSJC), que já impactou diretamente 128 políticas públicas e conecta mais de 400 organizações em seu ecossistema, reforçando a escala, a maturidade e a capacidade de articulação entre governo, inovação e setor produtivo. Outro pilar central do Hub é a segurança institucional, com forte ênfase na curadoria técnica e na conformidade legal em todas as etapas de seleção, desenvolvimento e validação das startups, garantindo aderência aos marcos regulatórios, mitigação de riscos jurídicos e segurança para a administração pública na adoção de soluções inovadoras Estado oficializa abertura da vertical de saúde do Sistema Paranaense de Inovação No campo das parcerias estratégicas, o Hub GovTech Paraná atua em articulação com atores relevantes do ecossistema de inovação, cidades inteligentes e desenvolvimento urbano, como Khanum, Expoencidade e Lattanzio. Essas parcerias fortalecem a agenda institucional do Hub, ampliam sua presença em eventos, feiras e fóruns especializados, e contribuem para a conexão qualificada entre governo, mercado, startups e soluções tecnológicas voltadas ao setor público. A iniciativa se ancora em ativos competitivos do Estado, como Curitiba, reconhecida como cidade mais inteligente do mundo em 2023; a força econômica do Paraná, quinta maior do Brasil; e a proximidade geográfica com São Paulo, principal mercado B2G da América Latina. Com metodologia replicável e potencial de exportação para outros estados, o programa busca atrair GovTechs de todo o país e posicionar o Paraná como polo de excelência em inovação governamental, fortalecendo a transformação digital do setor público e a geração de soluções de alto impacto para a sociedade. O Hub GovTech Paraná tem sede no Canal da Música, no bairro Mercês, em Curitiba, e conta com um investimento de R$ 15 milhões ao longo dos próximos três anos. A iniciativa se soma a outros projetos estaduais, como o polo de inovação Fábrica de Ideias, que transformará a antiga fábrica da Ambev em Curitiba em um grande centro de tecnologia e cultura, e a criação do Conselho Estadual de Inteligência Artificial (COIA). Guaraqueçaba e Morretes fecham programação da Carreta da Inovação no Verão Maior QUEM FAZ O HUB – Para a criação do Hub GovTech Paraná, o Governo do Estado, por meio da SEIA, abriu um chamamento público para a gestão da iniciativa. Quem venceu foi a Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (APTSJC), que tem mais de 20 anos de experiência à frente do Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos. O Hub ainda conta com a parceria do iCities, que atua como agente local para impulsionar a inovação e o ecossistema de GovTechs no Estado. Fonte: https://www.parana.pr.gov.br/aen

Lula e Trump: 50 minutos, promessa e silêncio sobre “Conselho da Paz”

Nesta segunda feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantiveram uma conversa telefônica de cerca de 50 minutos que tratou de temas bilaterais e agenda global. Segundo nota oficial do Planalto, os dois chefes de Estado acertaram que Lula fará uma visita a Washington em breve, ainda sem data definida, após compromissos internacionais já previstos. A chamada incluiu discussões sobre economia, Venezuela e cooperação em segurança, mas o ponto mais espinhoso — o convite feito por Trump para que o Brasil integre o novo chamado “Conselho da Paz” — ficou sem resposta clara do lado brasileiro. Lula propôs que a iniciativa seja limitada à questão de Gaza e inclua um assento para a Palestina, insistindo também em uma reforma da ONU. Mas até agora não há confirmação de que o Brasil aceitará formalmente o convite para compor o conselho, deixando no ar um dos principais temas diplomáticos da ligação.

Quinta feira tem pesquisa

Levantamento avalia dois cenários de primeiro turno e simulações de segundo turno com Lula, Ratinho Junior, Tarcísio e Flávio Bolsonaro A nova pesquisa nacional do instituto Paraná Pesquisas, com divulgação prevista para quinta-feira, vai medir o humor do eleitorado para a disputa presidencial de 2026 e testar diferentes arranjos no tabuleiro político. O levantamento traz dois cenários estimulados de primeiro turno. No primeiro, aparecem Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Junior, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Aldo Rebelo e Renan Santos. No segundo, Tarcísio de Freitas entra no lugar de Flávio Bolsonaro, reforçando a disputa interna na direita por protagonismo nacional. A pesquisa também simula três cenários de segundo turno: Lula x Flávio Bolsonaro, Lula x Tarcísio de Freitas e Lula x Ratinho Junior, além de medir rejeição e grau de conhecimento dos candidatos. Mais do que números, o levantamento deve evidenciar um cenário já conhecido: Lula segue como eixo central da disputa, enquanto a oposição ainda busca um nome capaz de unificar forças e transformar intenção em viabilidade eleitoral.

PT patina em busca do Senado

Prioridade dada por Lula revela dificuldade do partido em renovar lideranças e montar chapas competitivas Ao pedir prioridade para as candidaturas ao Senado, Lula revela uma preocupação real. Mas o PT não tropeça por falta de tempo — tropeça por falta de nomes. A dificuldade em montar chapas competitivas para 2026 escancara um problema mais profundo: a ausência de renovação. Os nomes colocados na mesa são sempre os mesmos. Rui Costa, Jaques Wagner, Humberto Costa, Gleisi Hoffmann, Alexandre Padilha, Fernando Haddad. Um carrossel conhecido, reciclado eleição após eleição, com pouco apelo fora do núcleo petista. O partido que já foi celeiro de lideranças hoje gira em torno de um grupo restrito, incapaz de formar novos quadros ou ampliar sua base política nos estados. A aposta recai novamente no peso da máquina federal e na memória do eleitor — ativos cada vez mais incertos. Se o Senado é prioridade, o PT precisa admitir o óbvio: o problema não é a disputa. É o elenco.

Datena e o Estado-apresentador

Contratação do apresentador para a TV Brasil e Rádio Nacional reforça críticas sobre uso político da comunicação estatal O governo Lula decidiu que comunicação pública precisa de audiência — custe o que custar. E nada melhor, ao que parece, do que contratar Datena, símbolo do espetáculo popular, para comandar programas na TV Brasil e na Rádio Nacional, duas estatais bancadas pelo contribuinte. Vende-se a ideia de “aproximação com o povo”. Na prática, o que se vê é uso político e popularesco da máquina pública, com a comunicação estatal transformada em palco. Informação cede lugar ao bordão, jornalismo à performance, institucionalidade ao barulho. Datena nunca foi exatamente sinônimo de equilíbrio. É comunicador de emoção, indignação e narrativa fácil — ingredientes perfeitos para um governo que sempre tratou comunicação como instrumento político, não como serviço público. A conta fecha no discurso, não na coerência. O mesmo governo que critica aparelhamento parece confortável em aparelhar a comunicação pública com celebridade cara e alinhada ao jogo político. No fim, sobra o roteiro conhecido: menos Estado, mais espetáculo. E a roda gira — não da informação, mas do populismo bancado pelo erário.

Mais do mesmo nas pesquisas

Levantamento do Paraná Pesquisas aponta nomes conhecidos, mas eleição só deve ganhar forma após indicação do candidato governista A primeira pesquisa eleitoral sobre a sucessão de Ratinho Junior no Paraná, divulgada pela Paraná Pesquisas contratada pelo  MDB, confirma o que já se sabe desde o ano passado: o cenário pouco mudou. Os números variam, mas o desenho é essencialmente o mesmo. O levantamento, no entanto, traz um elemento que ajuda a explicar por que os dados soam menos reais. Álvaro Dias aparece em todos os cenários, apesar de 11 entre 10 pessoas no Centro Cívico saberem que o foco é a volta ao Senado. A inclusão parece menos eleitoral e mais estratégica — dar visibilidade a um nome que não está, de fato, na disputa principal. Com isso, a pesquisa cumpre formalidade, mas não revela o quadro definitivo. A eleição no Paraná só ganhará contornos reais quando Ratinho Junior indicar quem será o candidato da continuidade de seu governo. E essa definição tende a ser decisiva. Com aprovação elevada e força política consolidada, Ratinho Junior é capaz de transferir votos e organizar o tabuleiro — a ponto de já ser citado como possível presidenciável. Até lá, pesquisas seguem aquecendo o debate. O jogo mesmo ainda não começou.

Tribunal de Contas do Paraná libera processo de desestatização da Celepar

A decisão do conselheiro acontece após o Governo do Estado apresentar nova documentação solicitada pela Corte de Contas e que foi alvo de extensas apresentações ao longo dos últimos meses. Dessa maneira, os estudos e o cronograma do processo serão retomados. A desestatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) avançou mais um passo nesta sexta-feira (23) com o aval do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) no processo que é conduzido no gabinete do conselheiro Durval Amaral. A decisão do conselheiro acontece após o Governo do Estado apresentar a documentação solicitada pela Corte de Contas e que foi alvo de apresentações ao longo dos últimos meses. Dessa maneira, os estudos e o cronograma do processo serão retomados. De acordo com o conselheiro, as alegações que levaram à emissão da medida cautelar contra o processo não se sustentam após as explicações da Celepar, que superaram o “juízo sumário inicial”. O Governo do Estado explicou ao longo do processo que a documentação que embasa o projeto é sólida e que todos os esclarecimentos requeridos pelos técnicos foram apresentados. A desestatização não traz risco à propriedade dos dados pessoais, que são e continuarão sendo dos cidadãos. A decisão consolida e reforça a responsabilidade da Celepar em proteger os dados, desempenhando seu papel de operadora, enquanto o Estado segue como controlador, ou seja, a tomada de decisão segue nas mãos do Governo do Paraná, cabendo à Celepar somente o desenvolvimento de atividades acessórias, controle de sistemas e aplicativos. “Todas as dúvidas foram sanadas, o escopo do projeto segue dentro daquilo que foi desenhado e as contribuições da análise da Corte serão incorporadas ao processo”, avalia o secretário de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, Alex Canziani. “Recebemos a decisão com satisfação porque, no fim, quem ganha é o cidadão, que terá acesso a serviços digitais mais rápidos, mais modernos e mais baratos”. Municípios do Paraná registram crescimento médio de 15% no PIB per capita anual Estado vai implementar corredor de ônibus para conectar Colombo, Curitiba e Fazenda Rio Grande DESESTATIZAÇÃO – Após a liberação do processo pelo TCE-PR, a próxima etapa será a publicação do edital. O processo de desestatização é guiado pela Lei 22.188/2024, aprovada pela Assembleia Legislativa, e vem cumprindo todas as obrigações legais previstas. A desestatização acompanha uma tendência global, com o mercado de tecnologia exigindo cada vez mais velocidade e inovação. A maioria dos países conta com empresas privadas de tecnologia para desenvolver sistemas de Tecnologia da Informação para seus governos. Em sua nova gestão, a Celepar estará livre das amarras burocráticas que afetam sua competitividade e velocidade de resposta. O Estado, por outro lado, poderá contratar a solução que melhor atender aos interesses do cidadão, no menor prazo possível. Fonte: https://www.parana.pr.gov.br/aen/

Ortigara: O homem por trás do equilíbrio

À frente da Fazenda, Ortigara é peça-chave na solidez fiscal do Estado e na consolidação do Paraná como referência nacional em gestão pública Na política, o poder nem sempre está no palanque. No Paraná, ele atua nos bastidores — e um dos nomes é Norberto Ortigara. Com invejável ficha de serviços prestados ao setor público do Estado, Ortigara sempre esteve fora dos holofotes, mas no centro das decisões que muitas vezes são as permitem à engrenagem do Estado rodar. À frente da Secretaria da Fazenda no governo Ratinho Junior, foi decisivo para dar sustentabilidade ao projeto que transformou o Paraná ao longo dos últimos oito anos. Segundo o Tesouro Nacional, o Paraná tem hoje a menor Dívida Consolidada Líquida do Brasil, com saldo negativo de R$ 7,77 bilhões. Não é mágica: é gestão técnica, atualizada e responsável, condição básica para que investimentos e obras aconteçam. Ortigara não se limita às finanças. Com passagem por diferentes governos como secretário de Agricultura, ajudou a consolidar o agronegócio paranaense, hoje referência nacional e internacional. Integrante do núcleo mais próximo de Ratinho Junior, Ortigara seguirá ao lado do governador nos desafios que se apresentam neste ano, mostrando que, sem técnicos competentes e preparados, nenhuma transformação se sustenta.

Ratinho Junior fica à frente de Lula em simulação de segundo turno: 44,8% a 41,2%

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (22) pelo instituto Futura/Apex mostra que o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. No confronto direto, Ratinho Junior soma 44,8% das intenções de voto, contra 41,2% de Lula. Brancos e nulos alcançam 11,8%, e 2,2% dos entrevistados não souberam ou não responderam. O levantamento simulou 11 cenários de segundo turno. Em outros confrontos, Lula também aparece em desvantagem frente a Flávio Bolsonaro (48,1% a 41,9%) e Tarcísio de Freitas (46,1% a 41,3%). Contra Ronaldo Caiado, o presidente fica praticamente empatado (41,8% contra 42,0%). Já diante de Romeu Zema e Eduardo Leite, Lula aparece numericamente à frente. Além do desempenho eleitoral, a pesquisa traz um dado que chama atenção: Lula lidera com folga o índice de rejeição. Na pergunta espontânea sobre em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum para presidente, o atual chefe do Executivo é citado por 51,7% dos entrevistados, o maior percentual entre todos os nomes testados. Na sequência aparecem Flávio Bolsonaro, com 43,4% de rejeição, enquanto os demais pré-candidatos ficam bem abaixo. Ratinho Junior registra 15,6%, índice semelhante ao de Eduardo Leite (15,7%), Romeu Zema (15,2%) e Tarcísio de Freitas (15,2%). Ronaldo Caiado tem 14% de rejeição. Os números indicam que, embora o cenário de primeiro turno ainda seja fragmentado e marcado por empates técnicos, o presidente enfrenta um desgaste significativo junto ao eleitorado, refletido tanto nos confrontos diretos de segundo turno quanto no elevado patamar de rejeição, o mais alto entre todos os nomes avaliados pelo levantamento.