A agência tomou medidas rigorosas contra produtos não autorizados que podem comprometer a saúde pública

Anvisa proíbe venda de produtos de cannabis e apreende tirzepatida sem registro, colocando em risco a saúde pública.
A Anvisa proibiu a comercialização de oito produtos de cannabis da empresa norte-americana Golden CBD Plus, que estavam sendo vendidos no Brasil sem registro ou autorização sanitária. A decisão também resultou na suspensão e apreensão de medicamentos irregulares contendo tirzepatida e de suplementos da empresa Jane Alves Shape Caps Ltda.
Produtos proibidos
Os produtos da Golden CBD Plus incluem:
- Sleep – Golden Nano CBD/CBG/CBN 2.000mg/30ml.
- Canabidiol Golden CBD Plus 200mg/ml.
- Neurogenic CBD/CBG/CBC 2.000mg/30ml.
- Painkiller – Golden Nano CBD/CBG 2.000mg/30ml.
- Anti-Anxiety Golden Nano CBD/CBG/CBC 2000mg/30ml.
- T-Immune – Golden Nano CBD/CBG/CBC/CBN/CBDA 1.500mg/30ml.
Todos os produtos da marca Golden CBD+ Nanotech e Golden CBD Plus estão incluídos na proibição, que visa proteger a saúde pública.
Apreensão da tirzepatida
A Anvisa também apreendeu o produto Tirzepatida T.G.5, que não possui registro no sistema da agência. A tirzepatida é uma substância usada em medicamentos para diabetes tipo 2 e obesidade. Sua venda sem controle pode resultar em graves riscos de uso indevido e falsificação.
Medidas contra a Jane Alves Shape Caps Ltda.
Além da Golden CBD Plus, a Jane Alves Shape Caps Ltda. também foi alvo das ações da Anvisa. Todos os produtos da empresa, fabricados por fornecedores não identificados, foram proibidos. Entre os itens suspensos estão:
- Shape Turbo;
- Shape Caps;
- Detox Bitlife;
- Black Turbo – marca Bitlife;
- Desejo Turbo Feminino – marca Bitlife;
- Desejo Turbo Masculino – marca Bitlife.
Vigilância contínua
As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União em 15 de outubro e fazem parte de um esforço contínuo da Anvisa para coibir a venda de medicamentos e suplementos sem comprovação científica. A agência reforça que produtos irregulares podem conter substâncias inadequadas ou contaminantes, representando riscos à saúde do consumidor. As ações podem gerar multas e responsabilização criminal das empresas envolvidas.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com










