A exploração da Margem Equatorial no Amapá vislumbra um futuro promissor para a economia local, com estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontando para um aumento de até 61,2% no PIB do estado. Além disso, a iniciativa tem o potencial de gerar cerca de 54 mil empregos diretos e indiretos, transformando o cenário socioeconômico da região.
O Observatório Nacional da Indústria da CNI projeta um impacto ainda maior, com a criação de 495 mil novos empregos formais, um acréscimo de R$ 175 bilhões ao PIB e uma arrecadação indireta de R$ 11,23 bilhões. Municípios como Oiapoque, Calçoene e Macapá devem ser os mais beneficiados, impulsionando o crescimento nos setores de serviços, infraestrutura, habitação e formação técnica.
Em paralelo ao desenvolvimento econômico, o Tribunal de Contas do Amapá (TCE/AP) intensifica suas ações de apoio à população. Através do projeto “TCE na Comunidade”, o órgão leva capacitação, orientação técnica e serviços de cidadania aos municípios, com foco em áreas como primeira infância, sustentabilidade e inovação. A oitava edição do projeto acontecerá em Calçoene, entre 27 e 29 de novembro.
Na esfera judicial, o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) busca aprimorar seus serviços através da Pesquisa de Satisfação do Jurisdicionado 2025. A iniciativa visa coletar o feedback de diversos segmentos da sociedade sobre a prestação jurisdicional, com o objetivo de identificar áreas de melhoria e fortalecer a relação entre o Judiciário e a população. Até o momento, a pesquisa já ultrapassou 1.700 respostas.
Outro avanço importante é a resolução do caso dos servidores do ex-Território do Amapá. Um acordo mediado pelo Sistema de Conciliação da Justiça Federal da 1ª Região definiu critérios para a transposição desses servidores para os quadros da União, pondo fim a uma longa disputa e garantindo os direitos dos trabalhadores.
Além disso, o Ministério Público do Amapá obteve uma decisão favorável na Justiça, que obriga o município de Pedra Branca do Amapari a pagar integralmente os salários atrasados dos servidores públicos. A decisão reconhece o grave impacto dos atrasos na subsistência dos trabalhadores e suas famílias, garantindo o pagamento dos salários em 30 dias, sob pena de multa diária.










