Um levantamento recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revela uma estimativa preocupante: cerca de 7.930 novos casos de câncer infantojuvenil devem ser registrados anualmente no Brasil, no triênio de 2023 a 2025. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (12), apontam para uma divisão entre os sexos, com 4.230 casos estimados em meninos e 3.700 em meninas. A região Sul do país apresenta a maior concentração de ocorrências, tanto para o público masculino (153,29 por milhão) quanto para o feminino (151,19 por milhão).
Os principais tipos de câncer que afetam crianças e adolescentes no Brasil são leucemias, tumores do Sistema Nervoso Central (SNC) e linfomas. Apesar do cenário desafiador, há motivos para otimismo. O INCA informa que, com diagnóstico precoce, a taxa de cura pode alcançar 80% dos casos. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o câncer como uma das principais causas de óbito infantil, com 2.289 mortes registradas no Brasil.
Apesar dos avanços no tratamento, o câncer infantojuvenil ainda representa um grande desafio para a saúde pública. A conscientização sobre os sinais e sintomas da doença, bem como o acesso a um diagnóstico e tratamento precoces, são cruciais para aumentar as chances de cura e reduzir o número de óbitos. Como destaca o INCA, “a detecção precoce é fundamental para o sucesso do tratamento”.
Além do câncer infantojuvenil, outras notícias de destaque incluem a apreensão de 380 kg de skunk em uma aeronave venezuelana abatida pela FAB na Amazônia, e discussões sobre possíveis mudanças na lei que regula a geração de energia solar no Brasil, que podem impactar milhões de consumidores. Assuntos como violência religiosa e a presença de empresários brasileiros na embaixada americana também ganharam destaque.
Fonte: http://www.folhabv.com.br










