O interior do Brasil enfrenta um período crítico devido à persistência de massas de ar seco, agravado pela fraca atuação de massas polares. A situação eleva o risco de queimadas, demandando atenção redobrada das autoridades e da população. A Defesa Civil de São Paulo intensificou os alertas, com previsão de condições emergenciais em diversas regiões.
De acordo com o comunicado emitido pela Defesa Civil, áreas do norte, nordeste, noroeste e oeste paulista estão sob risco emergencial de queimadas até a próxima quinta-feira (11). A partir do dia 12, espera-se uma melhora gradual, com o nível de risco passando para alerta e, na região de Campinas, para alto. O sistema de classificação da Defesa Civil varia de baixo a emergência, indicando a progressão do perigo de incêndios.
A situação crítica não se restringe a São Paulo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de baixa umidade do ar (abaixo de 12%) para os estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Tocantins e Bahia. Esses alertas, frequentes nas últimas semanas, reforçam a necessidade de cuidados para evitar incêndios e proteger a saúde, especialmente de crianças e adolescentes.
“A permanência do clima seco exige atenção contínua e medidas preventivas”, ressalta um comunicado da Defesa Civil de São Paulo. Apesar do cenário preocupante, o estado tem registrado uma queda de aproximadamente 70% nos focos de queimadas e incêndios, resultado de melhores condições de umidade no início do ano e da atuação preventiva de bombeiros e da própria Defesa Civil.
Em um panorama geral, observa-se uma diminuição nos focos de incêndio e nas áreas queimadas em comparação com os anos de 2023 e 2024, considerados atípicos. Esse progresso é atribuído ao trabalho integrado entre equipes nacionais e estaduais de prevenção e combate, bem como ao aumento da fiscalização e das penalidades para queimadas não autorizadas.
Fonte: http://odia.ig.com.br










